Menina que passou fome e foi doméstica se forma em jornalismo

Fotos: arquivo pessoalFotos: arquivo pessoal

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa.

Uma nordestina guerreira, que nasceu em família pobre, filha de quilombola, pai analfabeto; que passou fome na infância, não tinha luz elétrica em casa, trabalhou na roça quando menina e foi doméstica na adolescência, se prepara para realizar o grande sonho da vida dela: receber seu diploma universitário e ser jornalista.

A foto acima é do convite de formatura. “Não sou o pedreiro que se tornou advogado, mas sou a faxineira, negra, pobre e nordestina que em poucos dias se tornará jornalista”, comemorou Jill Muricy em entrevista ao SóNotíciaBoa.

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