Novo exame detecta AVC e pode antecipar tratamento

Identificação mais precisa e diagnóstico antecipado do AVC.
Uma nova técnica feita por ressonância, desenvolvida por cientistas da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, é capaz de prever com antecedência o risco de acidente cerebral.
Os periódicos científicos JACC e PLOS ONE disseram que a ressonância é capaz de rastrear as carótidas, artérias que ligam ambos os lados do pescoço ao cérebro, em busca de possíveis placas de colesterol.
Essas são as placas que podem causar o acidente vascular cerebral.
A equipe usou a técnica para medir a quantidade de colesterol nas artérias de 26 pacientes que estavam à espera de cirurgia.
Depois de as placas terem sido removidas, os pesquisadores analisaram o conteúdo delas e realmente coincidia com o indicado pelo exame anterior. Em um segundo teste, eles confirmaram os resultados em mais 50 pessoas.
Para os pesquisadores, a nova técnica pode ajudar a reduzir os casos de AVC isquêmico e pode antecipar o tratamento.
“”Ser capaz de quantificar o colesterol é uma perspectiva realmente animadora, pois essa nova técnica poderia ajudar os médicos a identificar pacientes em risco e tomar decisões mais informadas sobre seus tratamentos.”, disse Luca Biasiolli, um dos autores do estudo, ao jornal on-line britânico The Guardian.
Prevenção
“Essa pesquisa abre a possibilidade para que no futuro possamos identificar mais precisamente pessoas com placas que possam se romper e causar o derrame”, disse Nilesh Samani, diretor da Fundação Britânica do Coração, que ajudou a financiar o estudo.
“Os pacientes podem ser tratados antes do acidente – com cirurgia removendo a placa, por exemplo – enquanto outros, com antecedência, podem até ser poupados da cirurgia.”
Mas ainda são necessárias mais pesquisas.
“Essa pesquisa abre a possibilidade para que no futuro possamos identificar mais precisamente pessoas com placas que possam se romper e causar o derrame”, disse Nilesh Samani, diretor da Fundação Britânica do Coração, que ajudou a financiar o estudo. “Os pacientes podem ser tratados antes do acidente – com cirurgia removendo a placa, por exemplo – enquanto outros, com antecedência, podem até ser poupados da cirurgia.”
O AVC
Estima-se que, ao longo da vida, uma em cada seis pessoas sofrerá um AVC, que é a principal causa de incapacidade no mundo.
Anualmente, são registradas mais de 6 milhões de mortes devido ao problema.
Só no Brasil, em 2015, foram cerca de 100.000 óbitos.
Aproximadamente 85% dos casos de AVC são isquêmicos, ou seja, causados pela obstrução de um vaso sanguíneo que fornece sangue ao cérebro, bloqueando a passagem de oxigênio para as células nervosas (também chamadas de neurônios).
Já os outros 15% são hemorrágicos, quando um aneurisma, um vaso sanguíneo enfraquecido se rompe e sangra no cérebro.
Com informações da Veja

Vacina brasileira contra nicotina pode ajudar a combater vício de fumantes; pesquisa
Dra. Tatiana diz que Anvisa errou ao restringir a polilaminina e chora por negar acesso a pacientes; vídeo
Brasileiro que voltou a andar após a polilaminina desabafa: “Se meu acidente fosse hoje, eu ficaria de fora”
FDA aprova remédio contra câncer que fez médicos chorarem: dobrou a sobrevida
Tecnologia da USP consegue repigmentar pele com vitiligo em 15 dias, em testes com animais
Primeira insulina semanal do mundo reduz aplicações para diabéticos; Brasil aprovou
Quem é o diretor de escola que salvou 900 estudantes da tragédia no Nepal
Proprietário deixa apartamento para inquilina que morou 23 anos no imóvel: generosidade
Avó de 72 anos faz crochê enquanto treina abdômen e impressiona com força; vídeo
Mãe do menino Miguel se forma em Direito e leva foto do filho na cerimônia; vídeo
João Gomes comemora categoria para o forró em prêmio e exalta Luiz Gonzaga; vídeo