Negro, moreno, branco: crônica contra o preconceito

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Negro, moreno, branco… O que define uma pessoa negra não é apenas a cor e o cabelo, é também o que ela pensa sobre si, como se vê.

Na aquarela, os negros têm vários tons. E, por isso, pra dar nome a essa cor, às vezes o que é negro vira bombom, o que é negro vira moreno clarinho, jamelão, mas nem por isso deixa de ser negro.

Todos têm sua relação pessoal com o preconceito. É o que hoje conheço como colorismo: um nome pra explicar como as pessoas se relacionam com o preconceito de maneiras diferentes a partir do tom da pele.

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