Pele barata extraída da madeira poderá tratar queimaduras

Francine Ceccon Claro mostra curativo de celulose vegetal desenvolvido na Embrapa Florestas, em Colombo Foto: Katia PichelliFrancine Ceccon Claro mostra curativo de celulose vegetal desenvolvido na Embrapa Florestas, em Colombo Foto: Katia Pichelli

Uma tecnologia brasileira utiliza o polímero natural mais abundante do mundo – a celulose – para recuperar a pele de queimados.

O polímero retirado de árvores como pinus e eucalipto pode ser usado de maneira eficaz no tratamento de queimaduras, com um custo até mil vezes menor do que o curativo feito de celulose bacteriana.

É o que foi demonstrado na pesquisa de dissertação de mestrado da estudante de Engenharia e Ciência dos Materiais da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Francine Ceccon Claro, com orientação do pesquisador da Embrapa Florestas em Colombo (PR), Washington Luiz Esteves Magalhães.

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