“Vamos descascar mais e desembalar menos”, ensina chef de cozinha

Fotos: Pixabay e Momento AmbientalFotos: Pixabay e Momento Ambiental

“Vamos descascar mais e desembalar menos”, o convite é da chef Bel Coelho, de São Paulo. (vídeo abaixo)

“Não coma nada que a sua avó não reconheceria como alimento. Tudo que é muito embalado, normalmente, além de não ser bom pra saúde, a gente acaba não e alimentando dos nutrientes que a gente realmente necessita”, lembra.

O chamado “consumo saudável”, ensina que é simples e possível economizar e promover benefícios para nosso corpo e para o meio ambiente. Regra que vale para cozinhas industriais e caseiras.

O primeiro passo pra mudar os hábitos e inaugurar a fase do consumo saudável começa pela geladeira. O que não faz bem tem que sair para dar espaço ao que é bom.

Outra dica é tirar um tempo pra você no fim de semana e visitar feiras que vendem produtos frescos, que vêm direto do produtor.

Lá você vai encontrar produtos alimentos recém-colhidos, orgânicos e produzidos regionalmente.

Isso evita o desperdício, que acontece durante o longo transporte de frutas, verduras e legumes e promove o desenvolvimento de comunidades e produtores rurais.

Mais barato

Ao contrário do que muita gente pensa, o produto orgânico nem sempre é mais caro, como ensina o chef Renato Caleffi, do Le Manjue Restaurante.

“Se você comprar o orgânico da estação, da sazonalidade, no lugar certo, você compra mais barato, a durabilidade é maior, o sabor é melhor, a textura, a doçura, o amargor, tudo é mais intenso no orgânico”, ensina.

Cozinha sustentável

Os profissionais de gastronomia também estão entrando na onda da cozinha sustentável.

Paulo Mello, chef de Brasília, do restaurante Dona Lenha, defende a chamada “ecozinha”.

“Uma cozinha sustentável é aquela que você se preocupa com o clico daquilo que sobra. É você pegar o resto daquele alimento e regenerar o solo”.

É um ciclo que se fecha: o homem produz na terra, colhe, cozinha em casa, faz o que sobra virar adubo e esse adubo volta para alimentar a terra novamente, sem necessidade de agrotóxicos.

O Paulo Mello faz isso na casa dele e ensina o passo-a-passo no vídeo abaixo, do Momento Ambiental.

Assista:

O programa

O Momento Ambiental acaba de completar 10 anos de jornalismo focado no Meio Ambiente. Em alta resolução e com uma fotografia diferenciada, o programa tem caráter educativo e usa uma linguagem simples para estimular nas pessoas práticas saudáveis com o próprio corpo e a natureza.

A proposta é mostrar que o telespectador pode ser o personagem principal de mudanças que o Planeta precisa. O interprograma, com duração de 5 a 7 minutos mostra iniciativas sustentáveis, tecnologias e pesquisas que contribuem para a preservação da biodiversidade.

Cuidar do Meio Ambiente é uma obrigação e também um desafio para todos os habitantes do Planeta e uma preocupação do Conselho da Justiça Federal.

O Momento Ambiental, produzido pelo Centro de Produção da Justiça Federal – CPJUS, é exibido nas TVs Justiça, NBR, em 27 emissoras regionais e nas redes sociais do programa.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa – com informações do Momento Ambiental

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