Dia dos namorados: idosa acha ‘crush’ de 84 anos na internet

Dina e Henrique - Fotos: reproduçãoDina e Henrique - Fotos: reprodução

Uma idosa de 75 anos passa o dia dos namorados acompanhada. Dina Maia encontrou Henrique Barbosa, de 84, pela internet.

A aposentada de Santos, no litoral de São Paulo, conheceu o namorado em um site focado em relacionamentos amorosos. Hoje eles estão completando três anos juntos.

Ela conta que viu a foto dele e tomou a iniciativa de mandar uma mensagem.

“Olá, achei você muito simpático… ele respondeu e começamos a conversar”, disse ao G1.

A escolha

A aposentada conta que queria encontrar a ‘alma gêmea’ e viu vários perfis até conhecer seu Henrique.

Depois de conversarem duas vezes, eles saíram para tomar um café da tarde, em um local público.

De acordo com Dina, é importante ter cuidado com as redes sociais e escolher um pretendente com cautela.

“É sempre bom ter cuidado. As pessoas têm a ideia de que porque tá velho não pode fazer mais nada, mas não é assim. Não é porque se está na terceira idade que a sexualidade não é presente no relacionamento”, destaca.

A aposentada afirma que achou que ele tinha um bom astral desde a primeira vez que se viram.

“Ele é um é um doce de pessoa. Me ajuda em tudo. Temos passeado bastante e sempre viajamos. Agora em agosto vamos em Poços de Caldas. Somos muito felizes”, afirma.

Viúva

Dina conta que foi casada por muito tempo, mas o marido faleceu há cerca de 15 anos.

Depois disso, ela não se envolveu com ninguém durante sete anos.

“Depois de um tempo, meu filho também se mudou, deixou de morar comigo. Me senti muito sozinha. Ele ficou com medo que eu ficasse triste e indicou que eu fizesse a faculdade da terceira idade”, conta.

“Com 66 anos, fiz computação nesse curso da terceira idade e arrumei meu primeiro namorado. Ele me ajudava muito, mas era muito enrolado, então resolvi terminar. Depois ainda continuamos amigos”, diz.

Agora ela planeja fazer novas viagens e ter novas experiências com o companheiro Henrique.

O conselho da idosa é que pessoas da terceira idade não tenham vergonha de viver a vida e de amar.

“Eu me abri para o mundo e percebi que não tem idade para as coisas. Encontrei um namorado e um amigo”, concluiu.

Com informações do G1

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