Mãe realiza sonho do filho com paralisia que queria andar de skate. Vídeo

Fotos: reprodução TwiiterFotos: reprodução Twiiter

O vídeo de uma mãe viralizou nas redes sociais depois que ela usou um suporte para o filho, com paralisia cerebral, realizar o sonho de andar de skate.

O vídeo mostra João se divertindo com a mãe, Lau Patrón e ela empurrando pela pista o skate adaptado, criado por Ricardo Porva, e o Espaço Vavairis, para a filha dele, que tem AME –  Atrofia Muscular Espinhal.

A cena está emocionando internautas no mundo inteiro e a brasileira Lau Patrón foi citada por diversos sites estrangeiros como a “mãe do ano”.

“O João anda com o Skate anima há mais ou menos um ano. Este vídeo que está viralizando […] não é da primeira vez que o João andou. A sensação é muito incrível porque são crianças acostumadas a depender dos outros para tudo e de repente estão sozinhas numa estrutura, de pé, com aquela sensação do vento, da velocidade. É muito potente”, disse Lau Patrón em entrevista ao SóNotíciaBoa.

História

João Vicente, de 7 anos, tinha 1 ano e oito meses quando sofreu um derrame, que causou a paralisia.

Foram 71 dias internado e daí veio o diagnóstico: uma doença grave chamada SHUa.

Depois disso, a mãe dele virou ativista de inclusão e diversidade.

O sonho

Apesar de sua condição, João queria andar de skate e graças a um espécie de suporte, para skate foi possível realizar esse sonho.

O projeto Skate Anima, realizado pelo Stúdio Neuro Fisioterapia, faz com que crianças e jovens com necessidades especiais possam praticar skate adaptado.

O projeto surgiu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e tem usado a prática de skate como ferramenta de inclusão social e esportiva para crianças e jovens com deficiência.

Os skates são adaptados de acordo com a deficiência da pessoa.

A estrutura do andador foi criada por Ricardo Porva, que também é pai de uma filha com uma doença rara, como o João, contou Lau Patrón.

“O Skate Anima é um projeto feito por um fisioterapeuta e um psicólogo, que comprou do Ricardo duas dessas estruturas prontas”, afirmou.

Dessa forma, crianças com mobilidade reduzida também têm potencial para desenvolver outras práticas esportivas e não precisam ficar limitadas.

Lau e o filho João Foto: Instagram

Lau e o filho João Foto: Instagram

Foto: reprodução

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Assista:

 

Por Andréa Fassina, da redação do SóNotíciaBoa – com informações do ADN40

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