Phil Collins sarou e está de volta! Viva!

Para a alegria dos fãs, Phil Collins sarou e está de volta, compondo, tocando e cantando, depois de anunciar sua aposentadoria há 4 anos, por motivos de saúde. E diz que gostaria de vir tocar no Brasil.
O cantor e multiinstrumentista inglês, de 64 anos, que teve problemas na coluna e nos tendões, disse que já recebeu o “ok” do médico para tocar bateria. E já recebeu um piano novo em casa.
“É bem provável que eu comece já já a tocar aqui na sala. A ideias continuam vindo, e eu vou anotando. Tenho muitas letras e pedaços de músicas que não terminei. No fim de setembro eu já devo poder entrar em estúdio e começar a gravar algumas demos”, anunciou.
“A continuar assim, devo compor mais e, sim, gravar um novo álbum” revelou Phil, em entrevista ao G1 para divulgar “Take a look at me now”, uma série de relançamentos de sua obra fonográfica solo, que começa dia 6 de novembro com os álbuns “Face value” (1981) e “Both sides” (1993), seus discos mais pessoais.
Mas o músico faz questão de dizer que não é um simples relançamento. Os álbuns terão músicas extras e nova capa, mostrando como ele era antes e agora.
“Claro que há um pequeno choque. A luz que usamos nestas fotos é muito reveladora. Um ângulo próximo. Dá para ver pelos no nariz. Isso pode ser um pouco assustador quando você tem 64 anos – e não quando você tem 30. Mas eu me sinto muito feliz com isso”, ele diz.
História
Phil Collins vendeu mais de 100 milhões de discos, tanto em carreira solo quanto com o grupo Genesis, banda em que assumiu os vocais após a saída do titular do posto, Peter Gabriel, nos anos 70.
Emplacou dezenas de sucessos, como “I cannot believe it’s true”, “Sussudio”, “One more night” e “Don’t lose my number”, “Another day in paradise”, “I wish it would rain down”, “Everyday”, “Easy Lover” e “Take a Look At Me Now”, entre outros.
Na entrevista Phil Collins não descartou a possibilidade de gravar um novo álbum com o Genesis:
“Eu não sei. Não conversamos sobre isso. Sei que Tony [Banks] e Mike [Rutherford] ficariam felizes em fazer outro disco do Genesis. Isso é possível. Não diria provável, mas possível. Em relação ao Genesis com Peter Gabriel, também. Depende. Se eu puder tocar bateria de novo, é possível.
E revelou que gostaria muito de voltar a tocar no Brasil, onde fez show com o Genesis em 1977.
“Seria lindo. Como eu nunca toquei solo no Brasil, seria fantástico. Quando eu fui aí nos anos 70 com o Genesis, eu comprei muitos discos do Milton Nascimento. Eu lembro de uma música (cantarola “Native dancer”, parceria de Milton com Wayne Shorter). Mas não conheço nada brasileiro deste século, só coisas velhas (risos).

Brasil bate recorde histórico de voluntários para a Copa do Mundo Feminina de 2027
Dia do Nordestino é celebrado hoje; conheça a origem da data e as homenagens pelo Brasil
Avó de 71 anos sobe em açaizeiro para trabalhar e neta brinca: “Olha ela repousando”; vídeo
Aos 61 anos, avó de 12 netos bate recorde mundial ao ficar 5 horas na prancha; vídeo
Mega-Sena acumulada de R$ 100 milhões será sorteada nesta quinta; veja os números
Filme sobre Carmen Miranda, com Giovanna Lancellotti, é apresentado hoje no Festival do Rio
Após 30 anos dos caras-pintadas, UNE aprova apoio a Lula no 2º turno e estudantes voltam às ruas; vídeo
Faltou no primeiro turno? Você pode votar normalmente no segundo; veja o que fazer
Gato da vizinha visita menina todos os dias e mãe brinca: “Ele tem casa, Maria”; vídeo
Aos 81 anos, idosa aprende a ler, realiza sonho e já faz planos: “Vou estudar para ser juíza”
Composto ligado à romã melhora função cardíaca em até 80% em estudo