Associação leva 50 mil crianças pobres para passear na praia

Uma associação criada para levar alegria a crianças pobres levou este ano 50 mil jovens para aproveitar as férias na praia e em outros pontos turísticos da França.
As atividades são para permitir que essas crianças tenham um dia inesquecível para poder compartilhar as lembranças na hora da volta às aulas.
“Eu sempre viajei nas férias, mas lembro que quando estava na escola, vários coleguinhas não tinham nada para contar quando voltávamos pra sala de aula”, afirmou uma das voluntárias.
Desde 1979, o Secours Populaire – em tradução livre, Socorro Popular – organiza excursões com crianças carentes, a chamada “jornada dos sem-férias”.
Foram necessários mais de 900 ônibus para garantir os passeios na França.
A praia
Nos subúrbios parisienses, cinco mil jovens, de 6 a 12 anos, não ligaram em acordar mais cedo para aproveitar um dia na praia.
Algumas delas descobriram o mar pela primeira vez.
“Quero muito nadar. Fiquei um pouco apreensivo, porque nos meus sonhos o mar era menor, mas agora vejo que ele é gigante”, disse, impressionado, o pequeno Mohamed, de sete anos. Em pouco tempo, a praia de Cabourg, na Normandia (norte da França) ficou agitada.
“Fizemos um castelo de areia, com dezenas de conchas e conseguimos até criar um pequeno rio no entorno”, disse Sophia de 10 anos. Já Sami, de 12, não perdeu tempo e foi direto para o mar.
“No começo a água estava muito fria, mas não quis sair para aproveitar as ondas. No fim já não sentia mais frio”, afirmou.
Não viajam
O presidente do Secours Populaire, Julien Lauprêtre, lembrou que uma em cada três crianças não viajam nas férias.
Para ele, as férias não deveriam ser consideradas um luxo, mas são antes de tudo um direito.
Lauprêtre considera a “jornada dos sem férias” como essencial e espera que as doações continuem chegando. “A solidariedade é o ingrediente principal para criar essa inestimável relação humana tão necessária nos dias de hoje. É uma nova forma de resistência contra o racismo, o antissemitismo e todos os obscurantismos que crescem na Europa”, concluiu.
Com informações da RFi e G1

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