Amigas de trabalho descobrem que são irmãs separadas há mais de 30 anos

Este é o tipo de história que a gente acha que vê apenas em filmes de cinema! Julia Tinetti e Cassandra Madison são irmãs separadas na República Dominicana – onde nasceram – e se conheceram em Connecticut, nos Estados Unidos.
Cassandra e Julia trabalhavam juntas desde 2013 e sempre ouviam comentários sobre a semelhança entre duas. Elas ganharam até um apelido de outros colegas de trabalho: ‘gêmeas’.
Só que ao longo desses anos, as amigas foram descobrindo que havia muito mais ‘coincidência’ entre elas, até que essas semelhanças de histórias geraram uma desconfiança.
Elas resolveram fazer um exame de DNA e o resultado só comprovou o que, no fundo, elas já tinham certeza. Separadas ainda bebês, as irmãs se encontraram por um super acaso do destino, 30 anos depois!
Documentos de adoção estavam errados
A maior dificuldade de se afirmarem como irmãs foi por causa dos documentos de adoção. Julia disse que elas ouviam constantemente dos colegas de trabalho sobre a possibilidade de serem da mesma família, mas quando compararam os papéis, os dados não batiam.
“Os documentos diziam que éramos de duas cidades diferentes e tínhamos sobrenomes diferentes. E os nomes de nossas mães em nossa papelada também eram diferentes”, disse Julia.
Mas as semelhanças eram tantas, que elas resolveram apostar na intuição.
Exame de DNA
Em 2018, após um teste de DNA, Cassandra descobriu o paradeiro do seu pai e resolveu conhecê-lo.
Durante o encontro ela perguntou sobre a possibilidade de existir uma irmã e o homem confirmou. Eram 9 filhos e, devido a dificuldades financeiras, os pais deram 3 para adoção, e entre as crianças havia duas meninas.
Cassandra não tinha mais dúvida sobre Julia ser sua irmã e contou tudo para a amiga. Elas resolveram passar por um teste de DNA e o resultado só confirmou o que elas já tinham certeza.
“Estou ainda processando a magnitude da situação”, disse Julia. “Este é o tipo de coisa que você vê na TV. Encontrar minha família biológica não era uma coisa que eu buscava. Eu cresci com uma ótima família, então eu meio que deixei como era.”
Já para Cassandra, o sentimento de descobrir suas origem era oposto. “Para mim, sempre foi: ‘Vou encontrar essas pessoas, nem que seja a última coisa que eu farei na vida'”, disse ela. “Eu ia morrer tentando.”
As voltas da vida!
Por Monique de Carvalho, da redação do Só Notícia Boa – com informações de People

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