Vovó de 90 anos faz gorros para recém-nascidos e doa em hospital

Uma vovó muito fofa passa todo o tempo livre dela fazendo lindos gorros, que são doados para a maternidade de um hospital.
Há 15 anos, Jeanie Shaffer, diz ter o melhor hobbie do mundo e faz os gorros para os bebês com todo o amor que pode. A idosa, da Pensilvânia, nos Estados Unidos, já fez mais de 11 mil peças ao longo desses anos.
Os gorros são feitos com tecido de algodão e Jeanie usa uma técnica com dobras, para não precisar costurar e não ter riscos de machucar a pele dos bebês. O resultado fica incrível.
Felicidade
Para Jeanie, produzir e entregar os gorros traz uma sensação única de felicidade.
Ela conta que embora seja um processo de produção até simples, o significado que cada pequeno chapéu carrega é imenso.
“Tenho uma sensação de felicidade quando estou fazendo os gorros”, disse a idosa. “Eu amo bebês e só quero aquecer a cabeça deles e que tenham um bom começo de vida.”
Finalidade médica
Além de deixar os bebês mais fofos, os gorros têm uma finalidade médica. Eles são essenciais para regularizar a temperatura do corpo, logo após o nascimento das crianças.
“Os bebês passam de uma mãe agradável e calorosa para um ambiente frio e podem perder calor muito rapidamente”, explicou Heidi Quinn, enfermeira da UPMC Western Maryland, para onde os gorros são enviados.
“Estamos muito conscientes de seu controle de temperatura, e um gorro faz uma diferença enorme”, completou a profissional de saúde.
Valor sentimental
Para os pais dos recém-nascidos, o presente de Jeanie é mais que especial. “Significa muito saber que alguém dedicou seu tempo para fazer os gorros”, explicou Heidi Quinn. “É uma das coisas que eles querem levar para casa. Tem muito valor sentimental.”
Jeanie começou a fazer gorros em 2006 em um projeto da igreja que frequenta. Foi quando conheceu uma enfermeira do hospital, que levou as peças para a maternidade e então ela começou a entregá-los diretamente.
O hospital fornece a ela os tecidos brancos de meia – o material ideal para regular a temperatura corporal em bebês – e Jeanie faz todo o acabamento. Ela ainda compra uma fitinha azul e rosa para finalizar as peças.
“Você acha que é apenas um gorro, mas é uma parte tão especial de toda a experiência do parto”, disse Wendy Ruberg, uma das mães atendidas no hospital.
“Assim que ela nasceu, colocaram aquele chapeuzinho nela, e ela ficou quente e feliz. Foi uma experiência realmente maravilhosa”, concluiu.
Assim como a Jeanie, o Morgan é um vovô de 91 anos, que está em tratamento contra o câncer e usa o tempo livre para produzir gorros e os entrega para pessoas em situação de rua. Veja essa matéria aqui no Só Notícia Boa!
Com informações de The Washington Post

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