Com ajuda de vaquinha, motoboy humilhado em Manaus volta a trabalhar

Em novembro do ano passado, o motoboy Douglas Alves de Andrade Junior, 23 anos, foi humilhado e agredido por um empresário, durante uma entrega em um condomínio de luxo em Manaus (AM).
Na época, lançamos uma vaquinha para ajudá-lo a pagar os prejuízos com a moto e poder se manter, já que devido a repercussão do caso, ele ficou sem as entregas.
Com as doações, Douglas conseguiu se recuperar e hoje, conversando com a reportagem do Só Notícia Boa / Só Vaquinha Boa, ele comemora o retorno ao trabalho.
Relembre essa história
No vídeo que viralizou nas redes sociais, o empresário agride Douglas, pega a mochila de entrega do motoboy, joga para longe e danifica o material de trabalho do rapaz.
O registro foi feito pelo próprio entregador, com a intenção de se proteger, já que sofreu ameaça de morte do morador, que a todo momento dizia ter uma arma em casa.
A briga teria começado porque o Douglas entrou na garagem da casa para deixar o pedido na porta e o cliente não gostou da atitude.
“Ele disse que eu levaria um tiro por eu ter pisado na calçada dele. Ele não queria que eu tivesse deixado o pedido na casa, sendo que foi a mulher dele que pediu”, disse.
No mesmo dia, Douglas fez um boletim de ocorrência contra o empresário e está recebendo o suporte de um advogado para o caso.
A vaquinha
Com o valor que o Douglas recebeu da vaquinha, ele conseguiu pagar as parcelas atrasadas da moto, que é o instrumento de trabalho dele.
O motoboy humilhado também contou que, com o valor residual, a namorada o ajudou a comprar uma nova mochila e um capacete.
“Quero agradecer a todos que me ajudaram, que me apoiaram e estão comigo”, finaliza o entregador.
Motoboy ajuda garotinha que pediu pizza fiado
A pequena Kamilly da Silva, de 8 anos, emocionou o entregador de pizzas Flávio Tupan, 39 anos, em Vargem Grande do Sul, São Paulo. Sem ter como pagar, ela perguntou ao motoboy se os donos eram “bonzinhos” e se deixavam ela marcar uma pizza (vender fiado) para que a mãe pudesse pagar depois.
Kamilly mora com a mãe e dona de casa Patrícia Aparecida Alves e o pai, o auxiliar de serviços gerais, Marcelo da Silva, que mesmo doente, teve o auxílio doença cortado e hoje capina café e outros terrenos.
A família passa por muitas necessidades. Com o salário mínimo, mal eles conseguem manter a casa. Kamilly tem deficiência intelectual leve e precisa de medicamentos, que nem sempre tem no postinho.
A vaquinha é para ajudar Patrícia e o marido nos aluguéis atrasados e nos mantimentos da casa para os próximos meses. Clique aqui e contribua!
Voltando ao Douglas, ele também gravou um vídeo de agradecimento. Veja:
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