Quadro raro de Monet, roubado por nazistas, volta 80 anos depois para a família

O FBI retornou um quadro de Claude Monet, roubado por nazistas na época da Segunda Guerra Mundial, aos descendentes da família que tinha a posse do objeto.
O casal judeu Adalbert “Bela” e Hilda Parlagi compraram a obra de arte, chamada Bord de Mer, em um leilão austríaco em 1936. Depois da invasão da Alemanha nazista em 1938, a família fugiu deixando todos os pertences para trás.
Depois da guerra, Bela procurou por suas obras de arte roubadas até morrer em 1981. Agora, anos depois, agentes do FBI conseguiram recuperar a pintura e devolveram para as netas do casal, Helen Lowe e Francoise Parlagi. “É um ato de justiça tê-lo devolvido”, disse Anne Webber, copresidente da Comissão Para Arte Saqueada na Europa”.
Sumiu em 1941
Em 1940, os nazistas aprenderam todos os pertences de Adalbert e Hilda. Além do quadro de Monet, outras sete obras de arte foram roubadas.
Foi um negociante de arte nazista que comprou a pintura. Desde 1941, a obra é dada como desaparecida.
Mas a notícia boa chegou e uma investigação do FBI desmantelou uma rede internacional de contrabandistas de arte.
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FBI investigou
Agentes do FBI começaram a investigar o quadro roubado em 2021, depois que a Comissão para Arte Saqueada na Europa compartilhou o caso.
A comissão tinha informações de um negociante de arte de Nova Orleans que adquiriu Bord de Mer em 2017 e o vendeu para colecionadores dois anos depois.
Em 2023 o item foi listado para venda em uma galeria de arte em Houston, Texas. O FBI entrou em ação e contatou os responsáveis, que alegaram não saber da procedência do artigo.
Voluntariamente, os “donos” renunciaram aos direitos de propriedade e entregaram a pintura para os agentes.
Justiça foi feita
Para Anne, a devolução do quadro para a família encerra um ciclo.
“É um sentimento muito grande para a família”, destacou.
James Dennehy, diretor assistente responsável pelo FBI na cidade de Nova Iorque, também exaltou a retomada do quadro em comunicado.
“É uma conexão com sua história, seus entes queridos, um legado que foi quase apagado. As emoções ligadas à recuperação de algo tirado tão brutalmente não podem ser medidas em dólares, não tem preço”, explicou.

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