Cientista brasileiro vai buscar cura para Alzheimer e Autismo no espaço

Pode estar no espaço a chave do mistério para duas condições que atingem boa parcela da população mundial. Não à toa, o cientista brasileiro Alysson Muotri vai buscar lá a cura para o Alzheimer e o autismo.
Professor e chefe do laboratório de pesquisa, na Universidade da Califórnia, Alysson integra uma missão da Nasa, a agência espacial dos EUA, que irá ao espaço entre 2025 e 2026. A ideia é analisar a progressão de doenças neurológicas e descobrir tratamentos e, quem sabe, a cura.
As prioridades para o cientista brasileira são o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e do Alzheimer. Ele é o primeiro brasileiro a ser enviado ao espaço com essa missão. São cinco cientistas no total.
A missão científica
A equipe de cientistas irá no foguete Falcon 9, da Space X, com destino a Estação Espacial Internacional (ISS), onde pretendem analisar os impactos da microgravidade no cérebro humano.
Alysson e os demais cientistas vão se debruçar sobre os organoides cerebrais, conhecidos como “minicérebros”. Eles são pequenas estruturas com neurônios — feitas a partir de células-tronco de diferentes seres vivos — que “imitam” o cérebro humano.
Os organoides que serão utilizados na pesquisa são derivados de pacientes que tiveram doença de Alzheimer e que estão no espectro autista. Eles estarão acondicionados em caixas automatizadas.
Leia mais notícia boa
- Alzheimer: molécula que pode fixar memória perdida é descoberta por brasileiros
- Nova tecnologia ajuda a identificar autismo com 95% de precisão
- Pesquisadores testam spray nasal para tratar Alzheimer; veja resultados!
As experiências
Os organoides, nas caixas, plugadas em tomadas que proporcionarão o acesso e o controle do experimento na Terra.
A aplicação de bioativos, ou fármacos, derivados da floresta amazônica nos “minicérebros” durante a viagem — para testar se servem como agentes de proteção contra o Alzheimer — e a fase de microscopia do estudo.
O cientista também procura colaboração do governo brasileiro para disponibilizar os possíveis tratamentos contra as doenças no Sistema Único de Saúde (SUS).
Ufam
Alysson fechou parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
Determinado a buscar a cura, o cientista está convencido que há chances de descoberta de possíveis remédios por meio da aplicação dos bioativos.
Parte da verba da venda, uma descoberto, testado e autorizado, a renda será revertida para as tribos originárias que ajudaram a descobrir os fármacos e para a preservação da floresta amazônica, segundo o Correio Braziliense.

Operários se unem para salvar cachorro idoso e cego atolado na lama em SP; vídeo
Mega-Sena acumula de novo e prêmio vai a R$ 150 milhões; veja as dezenas sorteadas
Brasileira conquista terceiro ouro seguido no taekwondo mundial após cirurgia no quadril
Vacina brasileira inédita contra malária é liberada pela Anvisa para testes em humanos
Idosos 70+ anunciam que vão votar no segundo turno para virar a eleição e vídeo viraliza
Família adota o filhotinho caramelo rejeitado após mãe e a irmã serem adotadas em SP: novo nome; vídeo
Elefantinha ferida por lança é salva e encontra melhor amiga em santuário no Quênia
Quem é Ana Elisa, a mulher mais votada de Minas que vai ajudar Lula nas redes para a reeleição
Mulher salva coruja presa em arame farpado com ajuda de desconhecidos: corrente do bem
Nobel da Paz 2026 vai para jurista idosa que ajudou vítimas de guerra e enfrentou genocídio
34 anos após os caras-pintadas, veja manifestações de estudantes pelo Brasil em apoio a Lula; vídeo
Carreta que detecta câncer de pulmão ganha prêmio após diagnosticar 18 casos na Bahia