Parkinson: cientistas descobrem nova terapia para combater a doença

Cientistas descobriram uma nova terapia que pode ajudar a combater a doença de Parkinson. A equipe desvendou detalhes cruciais de uma proteína do corpo humana ligada ao diagnóstico da enfermidade.
Pela primeira vez, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Walter e Elizia Hall, da Austrália, conseguiram visualizar como a PINK1 se liga às mitocôndrias. Ela ativa um mecanismo de “limpeza celular” e, segundo o grupo, essa é a chave para desenvolver medicamentos contra a doença.
O avanço dá a possibilidade também de criar terapias que ativem a PINK1 de forma artificial. “Nossa estrutura revela muitas novas maneiras de alterar o PINK1, essencialmente ativando-o, o que mudará a vida das pessoas com Parkinson”, disse Komander, chefe de laboratório no WEHI Parkinson’s Disease.
Estimular artificialmente
A chave para o avanço está na PINK1, que ajuda a eliminar as células cerebrais danificadas. Quando a proteína não funciona corretamente, toxinas se acumulam no cérebro e levam à morte celular.
Agora, o grupo identificou, pela primeira vez, como a PINK1 se ativa e que é possível estimulá-la artificialmente. Ao regular o funcionamento das células, a proteína retarda ou até mesmo interromper a evolução da doença. Que notícia boa!
As mitocôndrias, também conhecidas como “usinas de energias” das células, são essenciais para manter o organismo funcionando. No caso de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, elas têm um papel importante. Quando as mitocôndrias são danificadas, o organismo tem dificuldade em eliminá-las. E isso leva ao acúmulo de toxinas e à morte das células cerebrais.
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Parkinson
A descoberta pode ajudar no futuro pacientes com Parkinson.
‘Esta é a primeira vez que vimos o PINK1 humano atracado na superfície de mitocôndrias danificadas e isso revelou uma notável variedade de proteínas que atuam como o local de ancoragem. Também vimos, pela primeira vez, como mutações presentes em pessoas com doença de Parkinson afetam o PINK1 humano’, finalizou Sylvie Callegari, pesquisadora sênior do WEHI.
Vai ciência!
Novo medicamento
Os cientistas acreditam que logo será possível restaurar um dos mecanismos principais de proteção celular do corpo.
Por agora, eles querem entender mais sobre a relação entre a PINK1 e a mitocôndria.
Todavia, os profissionais disseram que há um longo caminho até que os medicamentos cheguem ao mercado. Mas já é um começo!

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