Novo exame de sangue ajuda a prever ataque cardíaco e AVC; barato e eficaz!

Um exame de sangue simples, desenvolvido por pesquisadores internacionais, pode ajudar a prever casos de ataque cardíaco e derrame. Além de ser barato, ele é quatro vezes mais eficaz do que exames tradicionais!
O teste, desenvolvido por pesquisadores da London School of Hygiene & Tropical Medicine (LSHTM), do Reino Unido, custa o equivalente a R$ 30. O método usa a troponina, uma proteína que vive dentro das células do músculo do coração. Quando ela escapa para o sangue, é sinal de que algo está errado.
“A troponina, mesmo na faixa normal, é um indicador poderoso de dano silencioso ao músculo cardíaco. Assim, o teste fornece uma camada extra de informação que podemos usar para aumentar nossa precisão na previsão do risco das pessoas”, explicou o professor de Medicina Cardiovascular na LSHTM, Anoop Shah.
Como ajuda
Ao incluir a dosagem de troponina em avaliações de rotina, os médicos conseguiram prever com mais clareza quem tem, ou não, a chance de sofrer um infarto ou derrame.
Em análise, o teste mostrou ser eficaz em detectar danos silenciosos no coração com até quatro vezes mais precisão do que os exames tradicionais de colesterol.
“A incorporação da troponina nas diretrizes atuais de estimativa de risco cardiovascular pode ser útil para identificar indivíduos de alto risco que se beneficiarão do tratamento preventivo, reduzindo o risco de futuros problemas circulatórios.”, contou.
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Teste barato
O custo do exame é de aproximadamente £5 (ou R$30), o que é considerado acessível perto de um exame de colesterol.
Segundo o grupo, o impacto pode ser enorme. Para cada 500 pessoas testadas, seria possível evitar pelo menos um ataque cardíaco ou derrame.
O maior benefício é para pessoas com fatores de risco como pressão alta, diabetes ou idade avançada.
Nesses grupos, o exame foi ainda mais eficiente para indicar os problemas ocultos.
“Esses novos dados sugerem que adicionar esse exame de sangue aos modelos atuais de previsão de risco pode ajudar os profissionais médicos a identificar mais pessoas com maior risco e fornecer aconselhamento e tratamento para reduzir o risco de futuros ataques cardíacos e derrames”, disse Bryan Williams, diretor científico e médico da British heart foundation, financiadora do estudo publicado na Journal of the American College of Cardiology.
Próximos passos
Apesar do sucesso, os cientistas reconhecem que mais estudos são necessários.
Eles pontuaram que, especialmente em países de baixa e média renda, o comportamento das doenças vasculares pode ser diferente e isso acaba impactando o teste.
Vai ciência!

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