Pesquisa revolucionária de brasileira sobre Alzheimer ganha prêmio internacional; avó inspirou estudo

A ciência do Brasil acaba de ganhar mais um motivo de orgulho! A jovem brasileira Giovanna Carello Collar, doutoranda da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ganhou um prêmio internacional com uma pesquisa inovadora sobre Alzheimer.
Premiada pela Alzheimer’s Association International Conference (AAIC) com o prestigiado título “One to Watch”, que reconhece talentos da neurociência no mundo, Giovanna começou a estudar a doença depois que a avó foi diagnosticada.
Hoje, a estudante se debruça sobre os fatores de proteção e resiliência no cérebro. O objetivo dela é encontrar caminhos para diagnósticos mais precoces e tratamentos mais eficazes.
Reconhecimento internacional
A indicação ao prêmio, que ocorreu em Indianápolis, Estados Unidos, foi feita por Pedro Rosa-Neto, pesquisador renomado da Universidade McGill, no Canadá.
Ao lado de outros dois jovens cientistas, Giovanna subiu ao palco da conferência AAIC Neuroscience Next como uma das futuras líderes mundiais no combate ao Alzheimer.
“Como mulher cientista, nascida e criada em um país emergente como o Brasil, reconheço o privilégio de poder optar por permanecer na academia. De fato, apenas 0,1% das mulheres brasileiras conseguem obter um título de doutorado aqui – o que é comparável à porcentagem da população mundial que completa uma maratona a cada ano! Mas sempre soube que eu queria ir além da mera existência na vida. Quero preencher os espaços que, historicamente, a maioria das mulheres latino-americanas não pôde ocupar””, disse em entrevista à UFRGS.
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Outras vitórias
Mas essa não foi a única honraria dela.
A estudante de doutorado de Bioquímica já recebeu mais de 15 bolsas de instituições nacionais e internacionais, foi embaixadora da ISTAART, é membro do comitê executivo da AWARE PIA e liderou a AAIC Neuroscience Next – Hub Porto Alegre.
Um verdadeiro fenômeno da ciência brasileira!
Do Brasil para o mundo
Giovanna começou a jornada científica ainda na graduação.
Bolsista de iniciação científica, a jovem se apaixonou pelo mundo da pesquisa.
Depois, fez um intercâmbio em Portugal, na Universidade de Coimbra, e não parou mais.
Com mestrado e doutorado em Bioquímica pela UFRGS, ela tem aprofundado o trabalho ao lado do professor Eduardo Zimmer, um dos maiores especialistas da área.
Vai pra Harvard
Giovanna é autora e coautora de artigos científicos em revistas prestigiadas, como Nature Neuroscience e Molecular Psychiatry.
Além disso, orienta alunos de graduação e ajuda a formar uma nova geração de pesquisadores.
Para 2025, um novo capítulo já está sendo escrito. A jovem foi selecionada para uma bolsa Fulbright, que permite a realização de parte do doutorado na Harvard Medical School, nos Estados Unidos.

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