Mulher desaparecida há 60 anos é encontrada viva; fugiu de agressões

Uma história que parecia sem fim ganhou um desfecho surpreendente. Desaparecida há 60 anos, essa mulher foi encontrada bem e com vida. Mas o que mais chamou a atenção dos policiais foi o motivo: ela contou que fugiu porque sofria agressões do ex-marido.
Audrey Backeberg desapareceu em julho de 1962, nos Estados Unidos. Na época ela tinha 20 anos e deixou para trás dois filhos pequenos e várias perguntas sem resposta. Por décadas os familiares e autoridades viveram sem saber se ela estava viva ou morta.
Na última semana, o caso teve uma reviravolta incrível depois que um detetive reabriu as investigações. Audrey foi encontrada graças ao Gabinete do Xerife do Condado de Sauk. Segundo o xerife, ela quis recomeçar a vida longe das agressões e disse que não vai voltar atrás.
Desaparecimento misterioso
A última vez que foi vista foi no dia 7 de julho de 1962. Três dias antes, no dia 4, a polícia havia sido informada de que ela era vítima de ameaças e agressões por parte do marido.
Na época, ela já dava sinais de que queria fugir.
Audrey também chegou a fazer planos com uma adolescente de 14 anos, de quem cuidava. As duas pegaram um ônibus para Indianápolis, mas a menina passou mal e pediu ajuda à polícia.
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Falsas pistas
Ao longo dos anos, vários rumores surgiram.
Em 2002, a polícia chegou a fazer buscas após uma denúncia anônima, mas nada foi encontrado.
Há muito tempo ninguém soube dizer se Audrey havia sido vítima de um crime ou simplesmente tinha fugido.
Chave do mistério
A virada ocorreu quando o detetive Isaac Hanson revisou o caso, agora em 2025.
Usando dados de um site que cruza informações genealógicas, ele localizou uma conta da irmã de Audrey. A partir daí, começou a traçar conexões, registros e, finalmente, um endereço.
Decisão tomada
Hanson pediu ajuda à polícia local da nova cidade de Audrey, que não foi identificada.
Pouco tempo depois, ele recebeu uma ligação da própria mulher. Eles conversaram por 45 minutos.
“Acho que ela simplesmente se afastou e… seguiu em frente, meio que seguiu seu próprio caminho e viveu a vida dela. Ela parecia feliz. Confiante na sua decisão. Sem arrependimentos”, explicou em entrevista ao USA Today.

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