Músico infunde cinzas do pai no braço da guitarra para acompanhá-lo para sempre

O amor desse filho foi além da vida, literalmente. Músico, Mark Wood decidiu que não descartaria as cinzas do pai falecido. Ele decidiu incorporá-las na guitarra que usa nos shows e levá-lo junto para sempre.
O britânico, de 37 anos, aprendeu a tocar guitarra com o pai, Keith, que faleceu no Natal de 2022, aos 68 anos, vítima de um ataque cardíaco. Ele era mais do que um pai dedicado: era o maior incentivador da carreira musical do filho. Viajava longas distâncias para assistí-lo se apresentar e, sempre após os shows, dividiam uma cerveja e boas conversas.
“Eu queria que ele ainda estivesse aqui, e fazer isso me faz sentir como se ele nunca tivesse ido embora”, contou Mark.
Como fez
O desejo de Mark surgiu com um propósito simples, mas poderoso: manter o pai por perto. Sem saber se algo do tipo já tinha sido feito antes, ele recorreu ao amigo Sam Orr, dono da loja Sam’s Guitars, em Cheshire, na Inglaterra, para transformar o plano em realidade.
Sam topou o desafio e tratou a missão com o respeito que ela exigia. “Trabalhei durante a noite, com a loja fechada, em silêncio, com muito cuidado”, relatou. O processo envolveu testes, cola especial com as cinzas, moldadas nas posições de marcação do braço da guitarra, dando um toque único e eterno ao instrumento.
“Foi mais simples do que pensei, mas muito mais profundo do que eu imaginava”, disse Sam, emocionado com o resultado. Para Mark, ver o projeto finalizado foi como reencontrar o pai de uma forma simbólica, mas extremamente real.
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Recomeço com lágrimas
Após a perda, Mark ficou meses sem conseguir tocar. A dor era grande demais.
Mas quando finalmente pegou a guitarra com as cinzas do pai, algo especial aconteceu.
Ele dedilhou “Stranglehold”, de Ted Nugent, uma das músicas preferidas de Keith e a primeira que ele ensinou ao filho. A emoção tomou conta.
“Tocar essa música foi como conversar com ele de novo”, revelou o músico.
“Foi um momento que me deu força. Agora, sei que ele está comigo em cada apresentação.”
Com o braço da guitarra carregando as cinzas do pai, agora cada acorde se transforma em um tributo.
“Dessa forma, ele ainda estará comigo em todos os shows”, disse Mark ao GNN.
“E isso me deu uma sensação de encerramento.”
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