1º exoesqueleto de braço do mundo dá independência a pessoas que tiveram AVC

Qualidade de vida para pessoas que tiveram AVC. Um novo exoesqueleto de braço, que vai do ombro até a mão, ajuda pacientes com sequelas a fazer novamente tarefas simples, como cortar legumes e abrir garrafas, um tipo de independência impagável.
O dispositivo detecta e amplifica movimentos mínimos no braço e no ombro, e os desenvolvedores esperam lançá-lo como um produto totalmente comercial ainda este ano.
Um aparelho foi inventado e projetado na Noruega para ajudar vítimas de AVC a recuperarem o uso dos braços. 40 pessoas já testaram o exoesqueleto Vilpower.
Diferente das próteses de cotovelo
A Vilje Bionics , empresa responsável pelo exoesqueleto montado no ombro, afirma que a maioria das próteses abaixo do cotovelo são para amputados e geralmente não ajudam muito as vítimas de paralisia parcial.
Johanne Marie Hemnes sabe bem disso. Em 2017, ela sofreu uma hemorragia cerebral e desmaiou na sala de estar. O AVC a deixou paralisada do lado esquerdo.s
A reabilitação na perna esquerda ajudou que ela pudesse voltar andar novamente, mas o braço esquerdo perdeu a força… “Sinto que ele não faz parte de mim, porque não faz o que eu quero que faça… Mas quando estou usando (o exoesqueleto), sinto que sou eu de novo. Não parece apenas o braço de outra pessoa”, afirmou em entrevista à Euro News.
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Os movimentos do braço robótico
O braço robótico da Vilje Bionics auxilia nos movimentos do ombro, cotovelo e mão, isso o torna o primeiro exoesqueleto do mundo para todo o braço.
Muitos dos componentes foram impressos em 3D e, segundo Saeid Hosseini, fundador da Vilje, o funcionamento se baseia no usuário, “pensando em como usaria o próprio braço”.
“Porque se você pensa, faz um pequeno movimento, ele é amplificado. Ele detecta movimentos muito pequenos, mesmo que sejam movimentos residuais de um braço parético, e amplifica esses movimentos”, afirmou Hosseini.
Segundo a Organização Mundial do AVC, uma em cada quatro pessoas sofrerá um AVC em algum momento da vida.
O novo braço robótico poderá ser usado para fins de reabilitação no futuro, mas, atualmente, a empresa está focada em ajudar “pacientes com deficiências permanentes e significativas a serem mais independentes”, concluiu.

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