Veja as chuvas de estrelas cadentes de 2026; calendário astronômico

Quem ama chuvas de estrelas cadentes, vai adorar 2026. Este ano promete um calendário astronômico com muitos espetáculos ao longo de todos os meses. E a notícia boa é que quem mora no Brasil poderá aproveitar todos eles.
Entre os destaques estão chuvas já tradicionais, como Quadrântidas, Perseidas e Geminídeos, que se repetem todos os anos e costumam apresentar taxas elevadas de meteoros.
Em 2026, a coincidência entre picos de atividade e noites com pouca iluminação lunar torna o cenário ainda mais interessante para observação.
Principais chuvas de estrelas cadentes
Entre os eventos mais relevantes do ano estão três chuvas que se destacam pela taxa de meteoros e pela tradição entre observadores. As η-Aquáridas atingem o pico entre 5 e 6 de maio, com estimativa de 50 meteoros por hora. A presença da Lua deve reduzir um pouco o contraste do céu, mas ainda assim o fenômeno poderá ser acompanhado.
As Geminídeos, entre 13 e 14 de dezembro, apresentam uma das maiores taxas do ano, chegando a aproximadamente 150 meteoros por hora. Mesmo com alguma interferência lunar, seguem sendo uma das chuvas mais observadas do calendário astronômico.
O principal destaque de 2026, porém, são as Perseidas, com pico entre 12 e 13 de agosto. A chuva poderá alcançar aproximadamente 100 meteoros por hora e ocorrerá durante a Lua Nova, o que garante um céu mais escuro e condições favoráveis para observação a olho nu.
Leia mais notícia boa:
- Novas cores nunca vistas antes são capturadas na Galáxia pelo telescópio ESO; vídeo
- Astrônomos conseguem capturar novas cores nunca vistas antes na Galáxia; vídeo
- NASA descobre vida em Marte e cientistas comemoram
Outras chuvas ao longo do ano
Além dos eventos mais intensos, o calendário de 2026 inclui chuvas menores que também merecem atenção. As Líridas, com pico entre 22 e 23 de abril, têm uma taxa média de 18 meteoros por hora e costumam render boas observações em céus escuros.
As δ-Aquáridas do Sul atingem o máximo entre 30 e 31 de julho, com 25 meteoros por hora. Nesse caso, a proximidade com a Lua Cheia deve limitar a visibilidade em muitas regiões.
No segundo semestre, ocorrem ainda as Oriônidas, entre 20 e 21 de outubro, associadas ao cometa Halley, com 20 meteoros por hora. As Leônidas aparecem entre 17 e 18 de novembro, com taxa em torno de 15 meteoros por hora. Fechando o ano, as Úrsidas, entre 21 e 22 de dezembro, oferecem 10 meteoros por hora, também com observação prejudicada pela Lua quase cheia.

Alok usa tecnologia de drones dos shows para reflorestar a Mata Atlântica; vídeo
Antônio Fagundes revela que lê e decora textos na hora, antes de gravar novela: memória fotográfica
Bebês prematuros internados ganham ensaio fotográfico lindo da Copa do Mundo; veja
Araras raras nascem em São Paulo com ajuda da mão humana; preservação
Brasil começa a pagar pensão para filhos órfãos de vítimas de feminicídio; veja quem tem direito
Professora salvou idoso segundos antes de o trem passar no PR: “mão de Deus”; vídeo
Brasil é ouro na ginástica com fitas ao som de “Tacacá”, de Joelma; vídeo
Mulher salvou pássaro ferido e agora ele volta todo dia com “presentes” pra ela; vídeo
“Dê block no Tigrinho”: veja artistas que se uniram contra a dependência no jogo no Brasil; vídeo
Lilly anuncia nova injeção em dose única que baixa colesterol em 66%; desliga o gene
Menina de 7 anos que passou a vida toda no hospital tem alta, festa e aplausos na despedida; vídeo
Corredor ajuda atleta exausta a terminar maratona, e emociona a plateia; vídeo