Prêmio Nobel de Medicina para a Dra. Tatiana Sampaio, da Polilaminina; campanha aberta

Nobel de Medicina para a Dra. Tatiana Sampaio! Está aberta a campanha para que o nome da bióloga brasileira – que desenvolveu a polilaminina e está devolvendo sensibilidade e movimento para tetraplégicos e paraplégicos – chegue até os acadêmicos que indicam o Nobel.
Como o sucesso do tratamento experimental que ela desenvolveu na UFRJ ainda não chegou às grandes agências de notícia do mundo, vamos subir nas redes sociais a hashtag #NobelParaTatiana para que apareça internacionalmente.
A indicação ao Prêmio Nobel é um processo restrito e acadêmico. Apenas laureados e membros de academias nacionais, como professores, podem fazer as indicações. No caso do Nobel de Medicina, as indicações são feitas apenas por convite direto do Comitê Nobel a especialistas selecionados. E é a eles que a campanha quer chegar.
Ela merece
Os resultados obtidos até agora com a polilaminina, mesmo sendo ainda um tratamento experimental na fase 1 de testes da Anvisa, são revolucionários e históricos, um marco na medicina mundial, porque ninguém jamais conseguiu devolver a sensibilidade e movimentos no corpo de tantas pessoas com apenas um remédio.
23 brasileiros já receberam o tratamento nos hospitais onde estão: 5 (ES), 4 (PR), 4 (RJ), 3 (MG), 2 (SP), 1 (RN), 1 (MS), 1 (GO), 1 BA e 1 (MA).
Seis deles tiveram acesso à proteína durante os estudos clínicos acadêmicos e os 17 restantes conseguiram o direito na justiça, o chamado uso compassivo.
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Policial voltou a sentir o corpo
O caso mais recente é o de um policial que teve uma lesão na medula por arma de fogo em janeiro, no Maranhão, e ficou tetraplégico. O policial Romildo Leobino recebeu a injeção no último fim de semana, e 4 dias depois o filho dele postou um vídeo do pai contando que já está conseguindo mexer as mãos, o ombro, e a respirar melhor.
E o mais incrível é que esse tratamento é feito com apenas uma injeção da polilaminina na região afetada pela lesão.
Ela tem potencial para reverter lesões na medula espinhal e restaurar movimentos das pessoas e esses resultados estão aí, pra todo mundo ver.
Primeiro paraplégico que voltou a andar
O caso mais impressionante e emblemático é do bancário paulista Bruno Drummond de Freitas, de 31 anos. Ele simplesmente voltou a andar e recuperou boa parte dos movimentos dos braços e pernas, depois do acidente que sofreu em abril de 2018, quando ficou tetraplégico. Esta semana ele surpreendeu de novo.
Bruno postou um vídeo levantando 20kg na academia. Ele recebeu o tratamento 24h após a lesão, justamente no prazo indicado.
A aplicação da polilaminina é mais eficaz se for realizada de 24 a 72 horas após o trauma. Mas a chamada janela terapêutica ideal é de até 90 dias após a lesão.
Dinheiro do próprio bolso
A Dra. Tatiana Sampaio, essa brasileira incansável, trabalhou calada durante 25 anos na pesquisa na UFRJ, uma faculdade pública, e chegou a por dinheiro do próprio bolso para não perder a patente nacional, depois que governos anteriores fizeram cortes nos investimentos.
Ela começou testando a laminina, uma proteína da placenta humana, e descobriu que várias lamininas juntas – daí o nome polilaminina – fazem os neurônios se conectarem de novo e regenerar lesões na medula espinhal. A evolução dos pacientes é emocionante.
O tratamento está sendo desenvolvido em parceria com o Laboratório Cristália, o único fabricante do remédio revolucionário.
Laís foi conhecer a doutora Tatiana
Logo que a gente soube desse tratamento experimental revolucionário brasileiro, a primeira pessoa que veio à cabeça foi a Laís Souza, a nossa ginasta campeã. A Laís Souza ficou tetraplégica em 2014, quando esquiava nos Estados Unidos. Ela fraturou a vértebra C3 e perdeu os movimentos do corpo.
Este mês, a ex-atleta foi até o Rio de Janeiro para conhecer pessoalmente a doutora Tatiana Sampaio apenas para agradecer à bióloga pela esperança que está levando às pessoas tetraplégicas.
No post a Laís não diz se ela vai tentar o tratamento e se daria certo após 12 anos da lesão dela, mas a gente, claro tá na torcida. Na visita, Laís Souza também conheceu o Bruno, o primeiro tetraplégico brasileiro que voltou a andar após o tratamento com a polilaminina.
Nobel para a Dra. Tatiana
Sim, a Dra. Tatiana Sampaio é notável e merece estar na disputa do prêmio Nobel de Medicina deste ano.
O mundo precisa conhecer e reconhecer esse tratamento brasileiro, mesmo porque a descoberta experimental pode levar esperança, sensibilidade e movimentos para tetraplégicos e paraplégicos de todo o planeta.
É o mínimo que a gente pode fazer pela Dra Tatiana, além de agradecer.
#NobelParaTatiana
#NobelParaDoutoraTatiana
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Assista ao vídeo da campanha pela Dra. Tatiana que o Só Notícia Boa lançou nas redes:
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