Jovem monta impressora 3D com US$ 100 e lixo eletrônico

impressora_3d_
Comercial
Quanto custa uma impressora 3D?
Para o africano Kodjo Afate Gnikou a máquina saiu por 100 dólares , ou menos de 220 reais, mais computadores, impressoras e scanners encontrados num lixão.
Sim, ele montou sua impressora 3D em um maker space – uma oficina de inovação e produção em que inventores e projetistas se reúnem para tornar reais as ideias que lhes vêm à cabeça.
A máquina se chama W.Afate e é uma réplica caseira da Prusal Mendel, uma impressora popular nos Estados Unidos e na Europa.
Para fazê-la, Afate teve que comprar algumas peças novas, mas a maioria dos componentes vieram de computadores, impressoras e scanners encontrados nos lixões da cidade.
A África tem um enorme problema de lixo eletrônico.
A cada mês, centenas de toneladas de computadores e equipamentos industriais descartados acabam nos lixões e peças boas, que poderiam ser reaproveitadas, se misturam com componentes e materiais tóxicos. A intenção de Afate é chamar a atenção para a produção exagerada e o mau reaproveitamento desses resíduos.
Assista mais sobre o invento (em inglês)

Agricultor fura poço no quintal atrás de água e encontra possível reserva de petróleo
Príncipe William mandou R$ 7 milhões para reflorestar a floresta Amazônica
População de tigres dobra na Índia, em 10 anos; veja como conseguiram
Cegonha branca rara, desaparecida há 600 anos é avistada na natureza
Conheça o empresário brasileiro que já plantou 400 mil árvores em risco de extinção no PR
Garoto brasileiro cria bomba eólica barata para levar água a famílias do Nordeste e ganha prêmios
Bombeira se aposenta, ganha homenagem e se emociona: “hora de cuidar de mim”; vídeo
Começa Feirão Limpa Nome; veja onde negociar dívidas com 99% de desconto
20 anos sem Gisberta, a brasileira que virou música e obrigou Portugal a combater a transfobia
Criança interrompe missa com gatinho e pede para o padre abençoar o felino; vídeo
Autista, filha de doméstica e pai analfabeto, é aprovada em Medicina: “quebra de ciclo histórico”
Desconhecidos recolhem refrigerantes derramados na pista, devolvem ao motorista e vídeo bate 7 milhões