Jovem com Down realiza sonho: universidade

Foto: Arquivo pessoal
Uma jovem atleta, portadora da síndrome de Down, venceu mais um desafio.
É a primeira estudante com Down da Universidade Federal do Acre (Ufac).
A atleta acreana Raysa Braga, de 22 anos, começou a cursar esta semana licenciatura em educação física, em Rio Branco.
Nadadora desde os 7 anos, ela já acumula 36 medalhas em diversas competições dentro e fora do estado.
Raysa lembra que sempre quis estudar na mesma faculdade que a mãe.
“Meu pai e eu sempre dizíamos que eu estaria aqui dentro. Estudei bastante e, pelo meu esforço, venci. Sempre soube que queria fazer faculdade e, quando passei, fiquei ansiosa. Garanto a minha vitória também na universidade”, afirma.
A escolha do curso veio, não somente pelo amor à natação, mas por causa de outras modalidades também, como vôlei e basquete, os preferidos na época da escola.
Sonho
Com a graduação, Raysa diz que pretende ajudar pessoas carentes. Ela também já almeja um segundo curso, o de música.
“Meu sonho é me formar em educação física e vou ajudar pessoas carentes. Gosto muito de criança e pretendo cuidar delas. E vou conseguir. Também quero deixar meu pai orgulhoso de mim, porque ele é meu rei. Agradeço por tudo o que ele fez pela minha família”, acrescenta.
O pai de Raysa, o funcionário público Francisco Moura, de 49 anos, não esconde a felicidade.
Segundo ele, foram muitas as dificuldades que a família enfrentou ao descobrirque a filha tinha síndrome de down, mas nada se compara ao orgulho de vê-la começando uma faculdade.
“É uma emoção grande. Lá atrás, na hora que ela nasceu e nos deparamos com a síndrome de down, jamais imaginamos que hoje, ela pudesse estar na faculdade. Sinto muito orgulho, não tenho palavras para descrever. Só quem já sentiu essa emoção sabe como é”, diz Francisco.
A universidade
Para as aulas, de acordo com Ingrath Nunes, do Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI) da Ufac, Raysa deve receber todo o apoio do setor no decorrer das aulas, inclusive com a presença de monitores para qualquer auxílio.
“A universidade dá todo suporte e apoio para o aluno ser incluído em sala de aula. Nós disponibilizamos também monitorias. A Raysa vai ter a sua independência e começar a caminhar com as próprias pernas”, fala.
Com informações do G1

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