Autista melhora pintando dragões em camisetas

Foto: Instagram
Geralmente os dragões são os vilões dos contos de fada, mas para um menino autista eles são os heróis.
O garoto Santino Stagliano, de 10 anos, cria camisetas com dragões estampados para arrecadar dinheiro para o Centro de Autismo da Filadélfia, nos EUA.
Além, disso, os projetos desenhados tem ajudado Santino a se socializar e a compartilhar seus dragões na sua ONG, organização sem fins lucrativos.
“Eu acho isso está realmente ajudando a espalhar a consciência e a mensagem de que as crianças com autismo são muito capazes, mas que precisam apenas receber apoio em práticas criativas”, disse a mãe de Santino, Lisa Staglian
O jovem artista, que vive no sul da Filadélfia, foi diagnosticado com autismo quando ele tinha 5 anos.
Até recentemente, Santino tinha dificuldade em se socializar e se sentia ansioso em ambientes lotados e barulhentos.
Depois de ter passado, mal seus pais deram a ele uma camiseta branca e ele pintou sua criatura favorita:um dragão.
“É mais fácil para ele falar sobre sentimentos, por meio de dragões”, esclareceu a terapeuta ambulatorial de Santino, Bethany Barney, ao Philly.com.
Virou negócio
O desenho do dragão é a grande virada de página para Santino.
Depois de postar uma foto de Santino trabalhando em uma camisa, na sua página do Facebook, Lisa começou a receber pedidos de pessoas que querem comprar.
O pequeno projeto logo se tornou uma grande operação.
A Santino Dragão Desenho Inc. já produziu 650 camisetas e teve mais de 1.000 encomendas.
Cada camisa é vendida por US $ 15, cerca de 50 reais, com uma parcela dos rendimentos destinados ao Centro de Autismo, onde Santino vai uma vez por semana.
Doação
Sua primeira doação para o centro foi de US $ 2.500, cerca de R$ 7.500,00.
O projeto também têm ajudado Santino a desenvolver uma visão positiva e um desejo de ajudar outras pessoas.
“A grande mudança está acontecendo na personalidade dele e isso tem sido notável”, contaram os pais de Santino ao Philly.com.
“Vemos milagres em um menino que não gostava de nuvens, pessoas… algo começou a mudar”, disse Lisa ao Today.com.
“Ele não queria olhar para você, e não queria ser tocado”, conta o pai dele. “Agora ele está abraçando as pessoas.”
Com informações do Huffingtonpost
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