“A gente pensou, bem: ‘Vamos ajudar ela’. Todo mundo entrou em um acordo”, conta Júlia Amanda Oliveira, de 17 anos, que teve a ideia.
A doação de R$ 546 comoveu Ana Luisa: ‘Não é qualquer um que faz isso’.

Os estudantes conheceram a história de Ana Luisa dos Santos Moura, de 19 anos, pela internet e se comoveram.
“A gente pensou, bem: ‘Vamos ajudar ela’. Todo mundo entrou em um acordo”, conta Júlia Amanda Oliveira, de 17 anos, que teve a ideia.
A doação de R$ 546 comoveu Ana Luisa: ‘Não é qualquer um que faz isso’.
Ana Luisa mora em Palmeiras de Goiás, a cerca de 30 km de Cezarina, onde fica o colégio estadual dos jovens doadores.
Os garotos foram até lá levar a doação de R$ 546, que comoveu Ana Luisa: ‘Não é qualquer um que faz isso’.
Ela se emocionou quando soube que desconhecidos abriram mão do sonho de uma festa para ajudar no tratamento dela.
“Comecei a chorar quando descobri. Emociona a gente. Não é qualquer pessoa que faz isso. Uma pessoa que nem me conhece, que nunca me viu, só ficou sabendo da história e já está ajudando desse jeito”, diz emocionada a jovem.
A viagem
Os alunos fizeram questão de levar pessoalmente o dinheiro arrecadado em um bingo, R$ 546, para Ana Luisa. Cinco representantes da turma viajaram de ônibus de Cezarina para a casa dela, em Palmeiras de Goiás.
“Nós não conseguimos muito, mas a gente quer que você receba com muito carinho e, sempre que você precisar pode contar com a gente”, disse Júlia para Ana Luisa.
A jovem não conseguiu segurar as lágrimas.
“Dá muita força saber que tem um monte de gente do lado da gente. Eu nem pensava que eu tinha esse tanto de pessoa que gostava de mim”, comemorou.
A doença
Diferentemente dos estudantes que decidiram ajudá-la, Ana Luisa não conseguiu concluir o 2º ano por causa da doença.
“Quando fui mexer a perna, gritei a minha mãe. Falei que não estava mexendo a perna”, recorda-se a jovem, que sonha em ser veterinária.
De acordo com Ana Luisa, ela passou por cirurgia para retirar o tumor da coluna. No entanto, o câncer continuou a espalhar e atingiu outros órgãos, como o intestino, baço e estômago.
O tratamento de Ana Luisa é feito na rede pública, mas a agressividade da doença praticamente a obriga a recorrer a exames particulares, pois se trata de uma “corrida contra o tempo”.
Mãe da jovem, Liliane dos Santos teve de deixar o emprego como empregada doméstica para cuidar da filha.
“Tem que ser pai e mãe ao mesmo tempo, médica, psicóloga, tudo. Eu costumo falar para as pessoas que eu não tenho tempo de ficar triste”, conta a mãe.
Com informações do G1
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