Brasileiro com paralisia cerebral se forma em Química

Um brasileiro, de 23 anos, com paralisia cerebral, se formou em Química.
Calebe Alexandrino Veríssimo conquistou o título de licenciatura em Química pelo Centro de Educação, Ciências e Tecnologia da Região dos Inhamuns (Cecitec), unidade acadêmica da Uece em Tauá, no final de dezembro.
História
Neuma Alexandrino Loiola, cearense natural de Tauá, teve seu primeiro filho em 1992.
Calebe nasceu com três quilos e meio, e uma diferença: foi diagnosticado com paralisia cerebral.
Durante o parto, ele teve falta de oxigenação no cérebro, o que lhe causou restrições na fala, na escrita e na locomoção, mas não em seu intelecto.
O garoto aprendeu a ler tão cedo quanto a maioria dos meninos da sua idade. E esse foi apenas a primeiro passo.
“Ele frequentou escolas normais, e em toda sua vida nunca ficou de recuperação!” diz orgulhosa Neuma, que conta que a paixão de Calebe por cálculos também se repete no seu filho mais novo, Filipe Alexandrino Veríssimo.
Aluno acima da média
Calebe entrou na faculdade aos 18 anos e escolheu o curso de exatas.
Cumprindo o período regular de 4 anos e meio, ele se formou com louvor. Foi “um aluno acima da sua deficiência”, como descreve o professor e diretor do Cecitec, João Batista.
“Ele sempre foi um aluno excelente, tirava notas acima da média, nunca faltou a uma aula e estava sempre sorridente”.
Durante o curso, o jovem químico também foi bolsista do Programa Pibid (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência), como monitor, onde visitava as escolas do ensino médio da cidade e fazia participação nos shows de química com peças teatrais.
Com informações da Tribuna do Ceará

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