Biblioteca aloja e dá atendimento psicológico a moradores de rua

A Biblioteca Pública de São Francisco, nos EUA, deu um exemplo de solidariedade e cidadania que pode ser copiado no mundo inteiro.
Além de livros para o público o prédio oferece alojamento e atendimento médico-psicológico para os moradores de rua que visitam diariamente o espaço.
A iniciativa é pioneira nos Estados Unidos. Desde 2009 a assistente social Leah Esguerra, que trabalha na biblioteca, já atendeu 800 pessoas sem moradia, inclusive com serviço social.
“Não é fácil abordar estas pessoas nas ruas, mas aqui, o terreno é neutro e e o ambiente acaba por tornar as conversas mais respeitosas”, afirma Leah Esguerra, que já encontrou habitação permanente para mais de 150 desabrigados.
Ela oferece avaliações clínicas psicológicas e direciona pessoas sem abrigo para alojamentos dentro e fora da biblioteca.
Além disso, ainda orienta serviços que podem ser úteis para quem está morando nas ruas.
Transformação
O sucesso do programa foi tão grande que a biblioteca está contratando e treinando três antigos moradores de rua para ajudar como agentes de transformação de realidade.
Após um programa de formação profissional de 12 semanas, os agentes trabalham em tempo parcial e recebem U$ 12 dólares por hora, quase R$ 40.
O trabalho consiste em ajudar a identificar desabrigados que estejam circulando pela biblioteca e precissem de ajuda.
Outro indicador do sucesso do projeto foi a adoção de iniciativas semelhantes em outras 24 bibliotecas americanas.
Outras bibliotecas
Em Dallas no Texas, a biblioteca tem um programa para aconselhamento de visitantes sem moradia.
Em Nova York, a biblioteca oferta um aplicativo de celular que conceta moradores de rua com abrigos de emergência nos seus edifícios.
Enfermeiras passam pelos prédios comerciais no Arizona à procura de pessoas que necessitem de atendimento médico.
Enquanto isso, a assistente social que instalou o projeto na Califórnia, Leah Esguerra, convive com o reconhecimento e gratidão dos moradores de rua. Ela ficou conhecida na região como “A garota da Biblioteca”.
Veja como funciona: ( em inglês)
Com informações do GoodnewsNetwork
Tradução: Rodrigo Lins /Correspondente SNB nos EUA

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