Cantores brasileiros brilham nos 50 anos do Festival de Montreux

Por Ninna Crot, de Savigny, Suíça, para o SoNotíciaBoa.
A música brasileira brilhou neste fim de semana nos 50 anos do Festival de Jazz de Montreux, na Suíça.
No domingo, 10 de julho, Hamilton de Holanda não deixou por menos e arrasou com seu bandolim de 10 cordas, abrindo espaço para que o cantor Martinho da Vila chegasse devagarinho com suas músicas, dentre elas Madalena, Madalena que levantou o público de Montreux.
Daí a abertura para a entrada exuberante de Vanessa da Mata, João Bosco, Ana Carolina, Elba Ramalho e Maria Rita, que fez um dueto inebriante com Ivan Lins cantando Elis Regina.
A sensação era de que a própria Elis estivesse no palco tamanha semelhança física e vocal que Maria Rita herdou de Elis.
História
Todo ano cerca de 250 mil pessoas de todo o mundo visitam a cidade do Estado de Vaud, nesta época.
Desde a criação em 1967 por Claude Nobs, morto em 2013 em um acidente de ski, o Festival tornou-se rapidamente um reservatório de concertos fantásticos, loucas convergências artísticas, raros momentos de histórias improváveis e ambiciosas, com impulsos decisivos.
Claude Nobs sempre teve um carinho muito grande pelo Brasil, por isso sempre que organizava o Montreux Festival incluía músicos brasileiros.
O Festival já recebeu em seu cenário grandes artistas lendários como o príncipe Deep Purple que ajudou a escrever os lugares de legenda em suas canções, e outros, como David Bowie, Nina Simone e Freddie Mercury, Caetano Veloso, Elis Regina, dentre outros.
O Festival tem uma mistura de todos os tipos de música e descobre a cada ano jovens talentos.
O Montreux Jazz continua a perseguir sonhos irracionais de seu falecido fundador, Claude Nobs que tem soprado através de equipes de ontem, hoje e amanhã seus valores e paixões centrais: o senso de hospitalidade, a proximidade e a convivência com os artistas, a obsessão pela qualidade do som e a capacidade de fazer com que as chances aconteçam.
Memória do Mundo
Para fazer com que as pessoas vivam os momentos musicais em pleno conforto, Montreux sempre renova seus cenários livres.
Desde a sua criação, o festival registra todos os seus concertos com as melhores tecnologias do momento, mais de 5 mil horas de música ao vivo que rendeu a ele o registro de “Memória do Mundo” pela UNESCO (Organização das Naçoes Unidas para a educação, a ciência e a Cultura)
Da redação do SóNotíciaBoa

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