Coldplay e príncipe Harry ajudam a levar crianças às Paralimpíadas

A banda britânica Coldplay e o príncipe Harry ajudam a levar crianças brasileiras às Paralimpíadas Rio 2016.
Eles estão participando de uma campanha de financiamento coletivo – uma vaquinha eletrônica – para arrecadar dinheiro e, assim, assegurar que atletas disputem suas provas diante de arquibancadas cheias.
O príncipe Harry fez uma doação pessoal à campanha. O valor não foi anunciado. Outras celebridades estão apoiando publicamente a iniciativa, como a banda britânica Coldplay, por meio de sua conta na rede social Twitter.
A iniciativa da campanha partiu do empresário londrino Greg Nugent, de 42 anos, fundador de uma agência de relações públicas que atuou como diretor de marketing da Olimpíada de 2012.
O plano inicial era arrecadar US$ 15 mil para levar algumas centenas de crianças, mas o movimento ganhou força global e o apoio das figuras de destaque, como o príncipe britânico Harry.
Em duas semanas, a campanha #FillTheSeats (preencha os assentos, em tradução livre) já arrecadou mais de US$ 200 mil (R$ 650 mil), entre doações públicas e privadas. A meta é ultrapassar US$ 300 mil.
“O dinheiro está vindo de praticamente todos os países do mundo. Todos estão dizendo que é uma ideia linda.”
Segundo Nugent, o dinheiro será usado para custear o transporte de ida e volta de 10 mil crianças até os Jogos, sua alimentação e os seus ingressos. O custo por criança foi calculado em torno de US$ 30 (cerca de R$ 95).
Público
O empresário avalia que os organizadores estão conseguindo tornar o evento mais atrativo para o público em geral.
Até o momento, foram vendidos 1,5 milhões de ingressos dos 2,5 milhões disponíveis. A meta é dos organizadores é chegar a 2 milhões.
“O Rio já vendeu mais ingressos que Pequim. Mas ainda é difícil, porque os esportes são diferentes. Nem todo mundo conhece o tênis jogado com cadeiras de roda, por exemplo”, diz.
“As pessoas precisam conhecer melhor as modalidades – e também os atletas, que estão ficando mais conhecidos, mas não como um Usain Bolt. O mundo precisa de estrelas paraolímpicas.”
Com informações da BBC

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