Gigi curada! Cordão umbilical do bebê Mateus salvou irmã

A saga da família Oliveira teve final feliz graças ao cordão umbilical de Mateus, um bebê que nasceu para salvar a vida da irmãzinha, que sofria de uma doença grave.
Giovanna, atualmente com 3 anos, nasceu com o tipo mais grave de anemia falciforme, uma doença que afeta a circulação do sangue e pode levar à morte. Para curar a Gigi a única esperança era um transplante de medula “de alguém 100% compatível, de preferência alguém da família”.
Palavras de Nelson Hamerschlak, médico do Hospital Albert Einstein, ao Jornal Nacional, da TV Globo deste sábado, 22.
Como esse doador não existia, há 2 anos os pais de Gigi pensaram em gerar um irmãozinho para Gigi.
Eles recorreram à fertilização in vitro com a técnica de seleção de embriões – o PGD. O médico analisou a carga genética de cada embrião até encontrar o ideal.
“Estaticamente a gente teria 18% de chance de gerar um bebezinho livre da doença, da condição especifica, e ao mesmo tempo que esse embrião fosse compatível”, contou o médico geneticista Ciro Martinhago.
Vitória
Deu certo. No ano passado Juliana engravidou, quando a família corria contra o tempo. Gigi estava fazendo transfusão de sangue a cada 20 dias.
Matheus nasceu forte e o cordão umbilical dele trouxe as células-tronco para salvar a vida da irmã.
Quatro meses depois, a família voltou para o hospital e Gigi recebeu o que ela mesmo chamou de “fabriquinha de sangue”, que foi doada pelo irmãozinho – a bolsa capaz de formar um sangue novo para ela.
O transplante aconteceu no quarto, com a família reunida.
“É o momento que representa a ligação eterna dos dois, né? O irmão salvando a irmã e eu sempre falo: faço isso todas as vezes e eu sempre me emociono a cada vez”, disse a hematologista Andrea Tieme Kondo.
Além da infusão foi preciso fazer quimioterapia em Gigi, para matar as células doentes.
Depois de dias difíceis a nova fábrica de sangue começou a funcionar e a menina está curada.
“A gente lutou até a gente conseguir. Com a ajuda de todo mundo que está aqui hoje, a gente tornou isso possível”, comemorou Juliana, mãe da Gigi.
Houve festa no hospital para comemorar a conquista, no último dia 11.
Com alguma noção do que aconteceu e com ele que vai durar para toda vida, a menina também comemorou:
“Eu vou pra casa com ele! Brincar no meu castelo com meu irmãozinho”, disse.
Com informações do G1

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