Deu certo! “Esfihaço” em apoio a sírio agredido lotou esquina do Rio

Cariocas deram uma lição de humanidade e solidariedade neste sábado. Foi um sucesso o “esfihaço””promovido para ajudar um refugiado sírio hostilizado por ambulantes no Rio de Janeiro e não reagiu às provocações.
Uma longa fila se formou neste sábado, 12, nas ruas de Copacabana em torno de um carrinho de salgados árabes de Mohamed Ali.
Todos foram dar apoio ao refugiado sírio. Entre fotos e entrevistas, Mohamed não sabia definir o que estava sentindo.
O “esfihaço” foi promovido por um empresário que ficou chocado com a intolerância e abriu uma vaquinha on line para comprar um food truck para o amigo, como o SóNotíciaBoa mostrou na semana passada.
Guilherme Benedictis criou o evento “Comer esfiha na barraca do Mohamed” em uma rede social. 11 mil pessoas confirmaram presença, as outras 33 mil se interessaram.
História
Os insultos aconteceram na semana passada e foram registrados por quem passava. As imagens rapidamente se espalharam pelas redes sociais.
Mohamed Ali foi agredido verbalmente depois de ter o carrinho empurrado pelos agressores. Algumas mercadorias caíram no chão.
O ambulante que aparece no vídeo com dois pedaços de madeira na mão fala para Mohamed voltar para o país dele, sair do Brasil, e o ofende.
“Sai do meu país! Eu sou brasileiro e estou vendo meu país ser invadido por esses homens-bomba miseráveis que mataram crianças, adolescentes. São miseráveis. Vamos expulsar ele!”, disse.
Mohamed não postou o vídeo e não foi à polícia. “Eu não quero problemas, só quero trabalhar. Eu não quero problema para ninguém”, disse Mohamed Ali.
A virada
Mas quem queria prejudicar, acabou sem querer ajudando Mohamed. Além do sucesso do “esfihaço” deste sábado, na quinta-feira, 10, o estrangeiro recebeu das mãos do prefeito Marcelo Crivella uma licença para trabalhar em Copacabana.
Mohamed tem 33 anos, é filho de pai sírio e mãe egípcia, nasceu na Síria e foi criado no Egito, de onde saiu há três anos.
Diz que no Brasil as pessoas respeitam a religião do outro, e ele pode viver “em paz”.
Mesmo após a agressão, ele defende o país. “Eu amo o Brasil”.
O sírio é casado com uma brasileira e tem um filho. Ele fugiu da guerra no Oriente Médio e não quer mais conflitos por aqui. “Eu fui para a guerra lá, cheguei aqui e não quero guerra aqui.”
Com informações do G1

Amizade genuína de jovem com idoso de 91 anos começou por ato de bondade
Professora ganha prêmio de US$ 1 milhão por transformar favelas em 800 salas de aula
Após show, Thiago Aquino resgata e adota filhote de cachorro abandonado na estrada; vídeo
Empresa faz surpresa e patrocina campeão de jiu-jitsu que vende pão na rua: ele chorou; vídeo
Pai descobre filha que não conhecia e a adota oficialmente 40 anos depois
Policial amamenta bebê abandonada desnutrida na mata; pais foram presos: vídeo
Bombeira se aposenta, ganha homenagem e se emociona: “hora de cuidar de mim”; vídeo
Começa Feirão Limpa Nome; veja onde negociar dívidas com 99% de desconto
20 anos sem Gisberta, a brasileira que virou música e obrigou Portugal a combater a transfobia
Criança interrompe missa com gatinho e pede para o padre abençoar o felino; vídeo
Autista, filha de doméstica e pai analfabeto, é aprovada em Medicina: “quebra de ciclo histórico”
Desconhecidos recolhem refrigerantes derramados na pista, devolvem ao motorista e vídeo bate 7 milhões