Brasiliense ouve filha de 6 anos pela 1ª vez após implante. Assista!

Emoção ao ouvir a filha pela primeira vez aos 35 anos, depois de passar uma vida inteira no silêncio absoluto.
As imagens do momento em que o educador físico de Brasília, Eduardo Favoro, começa a ouvir, após um implante coclear, estão fazendo sucesso na web.
Eduardo teve meningite com 1 ano e 8 meses e sofria de surdez profunda nos dois ouvidos.
Ele ignorou o que os médicos diziam de que o caso dele era irreversível e decidiu arriscar.
O resultado foi a cena emocionante com a filha Maria Eduarda de 6 anos. Ele também ouviu a mãe e a mulher.
Na gravação, Favaro se empolga ao perceber o som do coração. “Pode aumentar um pouco!”, diz.
Sonho
O rapaz conta que, como não havia surdos na família, sempre teve vontade de ouvir como os familiares.
Ele passou por uma série de tratamentos na infância e aprendeu a ler, escrever e falar, mesmo tendo quase nada de audição.
Favaro conta, porém, que isso não o contentava.
Por causa da meningite, ele desenvolveu ossificação na parte interna do ouvido e os médicos se recusavam a operá-lo.
Foi então que ele conheceu o otorrinolaringologista Dr. Bahmad Fayes, o único que deu esperança para Eduardo realizar a cirurgia.
“Tive resposta de todos os 22 eletrodos, que são colocados dentro da cóclea. Fiz somente de um lado, o direito. Aguardei ansioso o período de cicatrização e no dia 17 de novembro fiz a ativação.”
Primeiros sons
O educador físico conseguiu captar os sons já no primeiro momento.
De acordo com o otorrinolaringologista Fayez Bahmad, o procedimento muda completamente a vida do paciente.
“Ele tinha uma ossificação parcial do órgão auditivo. Isso, para muitas equipes cirurgias, era entendido como uma impossibilidade da operação”, disse Bahmad.
“Eduardo foi submetido a uma cirurgia para portadores de ossificação coclear. Foi desenvolvido um eletrodo especial, foi feito todo um planejamento prévio, com desenvolvimento de um implante coclear específico para ele.”
A cirurgia, segundo o otorrinolaringologista, dura entre duas e quatro horas e, em geral, os pacientes já podem ter alta no dia seguinte.
A ativação do implante só ocorre após um mês, por causa da cicatrização. E não é necessário trocar o aparelho ao longo da vida.
O procedimento é bancado pelos planos de saúde e pelo SUS.
O médico faz, em média, 30 procedimentos do tipo por ano, no Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia.
Veja como foi:
Com informações do G1

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