Vendedor de cachorro-quente recebe tanta ajuda que pede fim das doações

Foto: reprodução Facebook
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Quando a solidariedade e a honestidade se misturam. Um vendedor de cachorro-quente, que passou necessidade após a escola fechar durante o isolamento social, surpreendeu e emocionou alunos e ex-alunos, que fizeram uma vaquinha para ajudá-lo.

Depois de receber R$ 8 mil, Barruada – como é conhecido em Recife, Pernambuco – gravou um vídeo e pediu que as pessoas parassem de doar porque ele já havia recebido o suficiente. (assista abaixo)

“Aqui é Barruada, que pediu ajuda a vocês. A gente estava olhando a conta que vocês fizeram os depósitos, e queria que vocês parassem um pouco, por favor. O que vocês me ajudaram já da para eu vencer a batalha. Se eu precisar, eu peço de novo a vocês. Muito obrigado mesmo pela ajuda, vocês me ajudaram muito. Muito obrigado”, agradeceu Joaquim Antônio.

História

Joaquim Antônio vendeu lanches durante 30 anos no Colégio Salesiano, na Rua Dom Bosco, área central da capital e conquistou o coração de muita gente durante as décadas de trabalho.

Sem poder trabalhar agora, por causa do isolamento social, ele foi obrigado a pedir ajuda financeira aos conhecidos, pelas redes sociais

Alunos e ex-alunos se comoveram, fizeram uma vaquinha e começaram a doar dinheiro para o vendedor.

Entre eles, a médica Cláudia Albuquerque e o advogado Cláudio Romeiro Albuquerque, dois irmãos do Recife que passaram a infância comendo os cachorros-quentes de Barruada, na porta da escola.

“Eu e o Claudinho ficamos sensibilizados com essa corrente do bem”, disse a dra. Cláudia.

Assista aos vídeos que ela mandou para o SóNotíciaBoa, com o antes e o depois da campanha do Barruada:

Por Andréa Fassina, da redação do SóNotíciaBoa – com informações do JC Recife