Jovem vende ração no sinal, ganha dinheiro e ajuda a matar fome de cães

O jovem Lucas Schmidt apareceu com uma outra ideia inovadora e uniu o útil ao agradável: com a placa “Você já alimentou um cãozinho de rua hoje?”, ele está vendendo nos sinais de trânsito de Sumaré, no interior de São Paulo, saquinhos com 50 gramas de ração para cachorro.
Cada um sai por R$ 1 e ainda tem uma boa causa envolvida.
“Essa ideia é para sensibilizar as pessoas pra essa causa […] porque os cachorros que vivem na rua passam fome. [Imagina] Se cada um levar uma ração no carro, na mochila, ou na bolsa, e entregar [para os bichinhos]”, disse o jovem empreendedor em entrevista ao Só Notícia Boa.
Além de combater a fome dos animais sem dono, Lucas pretende criar um movimento nacional de venda de rações em pequenas quantidades nos semáforos.
“Como tem bastante empreendedor das ruas, estou entrando em contato com alguns deles, em outras cidades e outros estados, pra gente fazer tudo isso junto. Ao mesmo tempo que eu faço aqui, eles fazem em outro lugar e a gente abraça essa causa”, contou.
As vendas
E Lucas disse que nunca vendeu tanto como agora.
“Eu tô aqui no semáforo agora vendendo e tem muita gente que ajuda, que compra e leva. Eu nunca vendi um produto tão rápido quanto a ração. Eu tô empolgado aqui. Eu fiquei um pouco inseguro, não sabia como ia ser a reação das pessoas, mas graças a Deus deu muito certo”, comemorou.
Paçoca
O jovem empreendedor tem 22 anos – e começou a trabalhar aos 13 – ficou conhecido depois da reportagem que fizemos com ele em julho do ano passado no SNB: “Paçoca R$ 5 . Se você sorrir faço a R$ 1”.
Na época Lucas vendia paçoca nos semáforos de Sumaré, no interior de São Paulo, para juntar dinheiro, realizar o sonho de ser empresário e conquistar a chamada “independência financeira”.
Menos de um mês depois ele foi convidado pelo empresário Janguiê Diniz para gravar cursos para o Instituto Êxito e dar treinamento a vendedores ambulantes.
Lucro
Voltando à ração, Lucas admitiu que é menor o lucro da ração em relação ao da paçoca, mas ele acaba ganhando mais dinheiro.
“Comparado a paçoca, o lucro é menor, também sai menos ração em comparação com a paçoca, mas ao mesmo tempo, com a ração eles [os clientes] ajudam mais. Muita gente ajuda. Alguns dão o dinheiro e não levam a ração. Outros compram até 10 saquinhos”, concluiu.
Lucas, a paçoca e com Janguiê Diniz – Fotos: reprodução / InstagramPor Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa

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