Comerciante descobre que cliente não sabia escrever e tem atitude linda

A gente vive dizendo que tem muita gente boa nesse mundo e a dona Eliane Cardoso é mais uma prova. A comerciante descobriu que um cliente dela não sabia escrever o próprio nome e decidiu ensinar o homem com o que ela sabe, mesmo sem ser formada em Letras.
Eliane, de 49 anos, tem Ensino Médio completo e é dona de uma lanchonete em Araçariguama, na Região Metropolitana de Sorocaba, no interior de São Paulo.
Ela tem um cliente que vai todo dia no comércio, o seu José Elpídio de Oliveira, de 64 anos. Um dia, conversando, ele disse que não teve oportunidade de estudar.
“Ela só ficou com dó quando ele contou que não sabia escrever o próprio nome e disse que o ajudaria”, contou a sobrinha da dona Eliane, Bianca Cardoso, de 22 anos, em entrevista ao Só Notícia Boa.
Dito e feito
Eliane pediu aos amigos doação de material escolar e recebeu um caderno usado e letrinhas de E.V.A., um polímero emborrachado.
Pronto! Era o que ela precisava para ensinar o seu José, que agarrou a oportunidade com unhas e dentes.
Com os cabelos brancos, todo arrumadinho e com o caderno na mão, lá vai ele estudar diariamente.
‘Todo dia ela passa uma lição pra ele e no outro dia ele traz tudo pronto”.
E o resultado das aulas começou a aparecer em apenas um mês.
“Ele já aprendeu as vogais e a escrever o nome dele e agora está aprendendo a escrever outras palavras e tentando formar frases”, comemora a sobrinha, Bianca.
Esforçado
E mais! O aluno além de aplicado é pontualíssimo.
“É muito fofo! Ele chega super animado toda manhã bem cedinho para mostrar o dever de casa. Ela abre às 6 da manhã e ele já está la na porta esperando”, disse a sobrinha.
E Eliane falou o que sente sendo responsável por abrir o mundo da leitura para outra pessoa: “A sensação é de satisfação em ver ele se desenvolvendo e verdadeiramente se esforçando, com vontade de aprender. Isso me deixa feliz e grata”, concluiu.
Viu como é preciso pouco para ajudar alguém a ser feliz? Espalhe essa história para inspirar outras pessoas. Quem sabe tem alguém próximo também querendo aprender.
Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa

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