Ex-zelador se torna bilionário com aplicativo de viagens

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Por Jéssica Souza
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De acordo com a revista Forbes, o patrimônio líquido do agora empresário e sua família está próximo de US$ 2 bilhões. Foto: Divulgação

O coreano e ex-zelador Lee Su-jin, 44 anos, se tornou oficialmente um bilionário da tecnologia. Hoje, ele é CEO e segundo principal acionista do Yanolja, aplicativo de viagens sul-coreano.

De acordo com a revista Forbes, o patrimônio líquido do agora empresário e sua família está próximo de US$ 2 bilhões – quase R$ 10 bilhões.

O superaplicativo de viagens sul-coreano Yanolja registrou forte crescimento de vendas no primeiro trimestre em seu primeiro relatório, divulgado na semana passada. Foi quando a participação do fundador Lee Su-jin na empresa, foi revelada, tornando oficialmente o ex-zelador um bilionário.

O aplicativo

O aplicativo e empresa Yanolja nasceram em 2005, pelas mãos do mais novo bilionário. Inicialmente, a empresa começou trabalhando com hotéis.

Com o tempo, os serviços expandiram para transporte e, mais recentemente, tem um software de computação em nuvem que ajuda hotéis e empresas de viagens a digitalizar processos.

A Yanolja – que significa “Ei, vamos viajar” em coreano aumentou a receita do primeiro trimestre em 19% ano a ano, para 100,5 bilhões de won (US$ 80 milhões), enquanto o lucro líquido diminuiu ligeiramente para 8,8 bilhões de won de 9 bilhões de won durante o mesmo período.

Os negócios baseados em nuvens cresceram muito e hoje representam um quinto para as vendas totais da Yanolja no primeiro trimestre.

Lee, que completou 44 anos em fevereiro, tem 16,54% de participação. Sua esposa e duas filhas possuem uma participação de 5,18% na Yanolja.

Sócios

A empresa Yanolja planeja entrar para Nasdaq no terceiro trimestre deste ano.

O maior acionista é o SoftBank’s Vision Fund 2, que comprou 25,23% em julho do ano passado por US$ 1,7 bilhão, avaliando Yanolja em US$ 6,7 bilhões.

Além do SoftBank, os outros investidores do aplicativo incluem o fundo soberano de Cingapura GIC, o Booking.com e a SkyLake Investment.

Com informações de Forbes