O mundo deve desculpas a Michael Jackson; vídeo

A primeira coisa que a mídia fez, quando saíram os 3 milhões de arquivos com atrocidades do bilionário Jefrey Epstein, foi correr para tentar encontrar algo que incriminasse Michael Jackson. E eles deram com burros n’água.
A foto que encontraram do Michael ao lado do Epstein não foi tirada na ilha dos horrores, onde ele e outros bilionários do mal abusavam de crianças e adolescentes. Ela foi tirada na Flórida, onde Michael procurava uma casa para comprar. Ele teria conhecido Epstein através de um advogado que o apresentou como consultor financeiro. Na foto, Michael aparece visivelmente constrangido ao lado do monstro.
E também surgiu a verdade sobre Neverland: o próprio ator Macaulay Culkin confirmou que ele era um dos meninos que Michael levava para Nerverland para proteger dos convites de Epstein, o mesmo que Michael fez para ocupar o tempo de milhares de crianças pobres e de ONGs, para evitar que fossem arrastadas parar na ilha dos horrores, onde muitas jamais saíram vivas de lá.
Assédio desmentido
Jordan chandler, o menino que acusou Michael de assédio, em 1993, contou quando ficou adulto que foi obrigado pelo pai a fazer as acusações falsas por dinheiro.
Mas nem assim a imprensa acreditou em Michael. E a perseguição continuou.
Ele fez de tudo para se defender, chegou a alugar um satélite para falar em rede nacional de televisão dos Estados Unidos. Ele repetiu exaustivamente que era inocente. E as acusações só pioravam.
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Proibido na MTV
Michael disse uma vez numa coletiva de imprensa que era perseguido por ser preto, talentoso, rico e famoso, por ter vendido mais discos que Elvis Presley e os Beatles. Muita gente não sabe, mas a MTV proibiu a exibição do primeiro clip de Michael billy Jean, em 1983, por puro racismo. Parece loucura falar isso hoje, em 2026, mas na época o canal de música dos EUA só exibia vídeo de artistas brancos.
Foi Michael quem furou essa bolha. A emissora, que estava à beira da falência recuou, exibiu o clip e ele bateu recorde de audiência. Depois no mesmo ano exibiu Thriller, Beat It e voltou a faturar alto. Foi Michael quem abriu caminho para que outros artistas pretos pudessem aparecer na emissora racista.
Mais tarde, Michael denunciou que foi vítima de racismo novamente, nos anos 2000, por parte do então presidente da Sony Music, Tommy Mottola. O rei do pop rompeu com a gravadora por não apoiar o álbum Invencible.
Cirurgias plásticas no nariz
Michael Jackson também foi acusado de não aceitar a própria imagem de homem preto. A sequência de cirurgias plásticas para afinar o nariz e mudar o rosto tinham motivos.
A verdade é que Michael foi espancado pelo pai quando era pequeno para cantar e dançar do jeito que o pai queria. E ele não conseguia lidar com a própria imagem, que lembrava o rosto do pai dele. Homem que além de bater, mandou castrar o
filho quimicamente para que a voz infantil dele não mudasse.
Diziam também que ele era o mais feio da família, tipo de violência doméstica na infância que causa traumas que a criança carrega pro resto de vida. Michael sofreu tanta perversidade que desenvolveu problemas de autoaceitação e de autoestima, entre outros problemas psiquiátricos. Ele não achava que era bom o bastante e sempre tinha que se superar para provar que era talentoso.
A pele ficou branca
Muita gente se pergunta: “Ah, mas porque ele quis ficar branco?” Não, ele não quis. Michael tinha vitiligo uma doença autoimune e crônica que causa a perda da pigmentação da pele e provoca manchas claras no corpo.
Há quem diga que ele tomou remédios para acelerar o processo e uniformizar as manchas, porque não queria que os milhões de
fãs no mundo o vissem daquele jeito.
O fato é que ele usou maquiagem pesada pelo resto da vida para tentar disfarçar o vitiligo.
Uma pessoa doce
E o mais incrível é que, com tudo o que passou, Michael não se tornou uma pessoa amarga. Ao contrário. Ele era doce, gentil, educado, incapaz de brigar, mesmo quando era contrariado.
O último filme dele, This Is It, mostra isso claramente, quando Michael tem que pedir várias vezes a um músico da banda para tocar a música de outro jeito. O cara resiste, não obedece, e sem alterar a voz em momento algum Michael mostra com a boca como é
o ritmo que ele queria na música.
E explica com toda calma do mundo que os fãs gostam de ouvir do jeito que aparece no disco. Só depois de convencer o músico, com toda paciência, ele volta aos ensaios.
A despedida do rei do pop
Michael morreu no dia 25 de junho de 2009 na casa dele em Los Angeles.
Ele foi vítima de uma dose cavalar de propofol, um anestésico muito forte usado em cirurgias.
Michael usava o remédio para tratar dores e insônia. O remédio foi aplicado Pelo médico dele Conrad Murray, que foi condenado por homicídio culposo a 4 anos de prisão, mas cumpriu só dois.
O mundo deve desculpas a ele
Sim, a imprensa, os racistas e o mundo devem desculpas a Michael Jackson, o artista mais brilhante e completo e generoso dos últimos séculos.
O ser humano mais doce e vibrante que pisou nos palcos do planeta.
Uma voz inconfundível, que defendia a paz, a natureza, o amor o respeito, que nunca teve.
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