Biólogos fazem barreira humana para salvar golfinho encalhado em canal. VÍDEO

Pelo menos 30 biólogos fizeram uma verdadeira barreira humana para salvar um golfinho encalhado! O ser humano quando quer ser maravilhoso, ele é!
Ele se perdeu, nadou até um canal da Flórida, nos Estados Unidos, e corria risco de perder sua capacidade de se defender e, eventualmente, acabar num aquário.
“O objetivo era não colocar as mãos no animal […] Queríamos criar uma barreira física, bem como uma barreira auditiva, então tínhamos alguém atrás de nós que estava batendo em um barco, acelerando o motor e espirramos na água avançando em direção ao animal. Então demos a ele a opção de nadar pela ponte sozinho”.
Palavras de Brittany Baldrica, bióloga de resgate sênior do Clearwater Marine Aquarium, que participou do resgate.
Como souberam
O caso aconteceu na semana passada, quando o golfinho foi visto fugindo do canal para a Baía de Tampa.
Brittany recebeu uma ligação informando que ele estava encalhado em um canal em Clearwater, Flórida.
O interlocutor estava preocupado com a possibilidade de estar ferido ou perdido, porque, depois de quatro dias, não havia passado de um pequeno trecho do canal artificial.
Ela disse a uma afiliada local da Fox que, após a ligação, eles monitoraram o golfinho por 18 dias.
“Ele estava bem naquele momento e, ao conversar com outras pessoas dentro da residência, eles disseram que o animal poderia estar lá por pelo menos quatro dias, então estávamos preocupados que ele se separasse de outros animais”, disse Brittany Baldrica.
A barreira humana
Brittany sentiu naquele instante que precisava intervir.
Na última quarta-feira, ela reuniu um grupo de 28 biólogos do Clearwater Aquarium, da National Oceanic and Atmospheric Administration e da Florida Fish and Wildlife Commission para entrar no canal.
Lá eles formaram uma “parede de som” para encorajar o golfinho a nadar por um bueiro estreito e em direção a Tampa Bay.
E deu certo!
Eles conseguiram salvar o mamífero e agradeceram:
“Agradecemos aos moradores da área que trabalharam conosco para ajudar a proteger o animal do assédio e fornecer acesso à sua propriedade enquanto monitorávamos e resgatávamos o animal”, disse a CMA em um comunicado à imprensa.
Assista ao vídeo:
Com informações do GNN

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