Notícia boa sobre fertilidade feminina: cientistas conseguem rejuvenescer células reprodutoras

Avanço da ciência! Pesquisadores de Singapura conseguiram rejuvenescer células reprodutoras femininas e a descoberta abre portas para combater a infertilidade nas mulheres.
Ao retirar oócitos, óvulo em maturação, de camundongos mais velhos, e colocá-los em roedores mais jovens, os embriões tinham quase quatro vezes mais probabilidade de dar origem a filhotes saudáveis!
“Pense nisso como um spa antienvelhecimento cinco estrelas para o óvulo velho”, disse Rong Li, bióloga celular da National University of Singapore, coautora do estudo.
Oócito e fertilização
Os folículos ovarianos fazem parte do ovário. Lá, essas estruturas abrigam um óvulo em maturação chamada oócito. Quando eles se desenvolvem, surgem como óvulos prontos para fertilização.
Com a idade, o número e a qualidade dos oócitos diminuem e isso prejudica a fertilização.
A pesquisa de Rong Li, publicada na Nature Aging, se concentrou no envelhecimento dos folículos.
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Rejuvenescendo os oócitos
Os pesquisadores pegaram óvulos de camundongos de 14 meses, ou seja, quase inférteis, e implantaram nos folículos de camundongos de 2 meses. Nessa idade, os roedores estão no auge da reprodução.
Quando fizeram isso, perceberam que a qualidade dos oócitos melhorou muito em folículos de jovens.
Nos camundongos jovens, os oócitos de desenvolveram bem melhor, com menos anormalidades cromossômicas e perfis de expressão gênica melhorados.
Filhotes saudáveis
Além das chances de gravizez aumentar, filhotes produzidos a partir de óvulos rejuvenescidos eram mais saudáveis do que aqueles nascidos de roedores mais velhos.
Quando realizaram o procedimento inverso, colocando oócitos jovens em folículos mais velhos, as células reprodutivas apresentaram sinais de envelhecimento.
Terapias celulares
Para Rong, a descoberta pode levar a terapias celulares que melhoram a qualidade dos óvulos em pessoas mais velhas.
Mas a professora destaca que os testes com humanos podem demorar, principalmente pela dificuldade em adquirir tecido doador suficiente.

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