Paciente de 8 anos desejava picles, após transplante cardíaco; chef do hospital fez surpresa

A paciente Emerson Bayse, de 8 anos, estava internada esperando por um transplante cardíaco em um hospital quando teve a vontade de comer picles: a solução veio pela chef da instituição, que ensinou a garotinha a fazer as próprias delícias!
Por conta da dieta específica para o transplante, Emerson, que estava no Hospital Infantil de Boston, começou a ter muitos desejos por coisas salgadas. Quando Sarah Bryce, responsável pela alimentação no local, deu a ideia de ter picles caseiros, a garotinha ficou super animada.
Sarah é muito conhecida por usar a culinária para se conectar com os pacientes e assim ela fez mais uma vez. “Trabalhei nessas salas e via a diferença que faz para uma criança comer – apenas tentar fazê-la comer alguma coisa. Parece simples, certo? Mas faz uma diferença enorme”, especialista em vida infantil.
Dieta motivou
Tudo começou com um desejo simples da criança. Muitos pacientes que estão em tratamento para uma transplante cardíaco passam por uma restrição de fluidos.
Essa restrição aumenta muito a vontade de consumir alimentos salgados. No caso de Emerson, foram os picles!
Sarah entrou em cena e junto com uma nutricionista clínica, mudou a vida da pequena.
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Quarto virou cozinha
A ideia? Produzir picles diretamente no quarto de Emerson, com ela sendo a ajudante principal.
“Os olhos dela brilharam e ela disse: ‘Podemos fazer isso?” E Sarah respondeu: “Podemos fazer qualquer coisa se você disse que quer fazer algo, vou dar o meu melhor”, relembrou a chef.
Ao todo, foram sete tipos de ingredientes como pepino, alho, cebola e até melancia.
Festa do picles
Juntas, as duas fizeram uma verdadeira festa do picles, com direito a degustação e tudo.
“Minha boca ficou salivando”, disse a garotinha quando viu o resultado.
Vários departamentos do hospital foram até o quarto, só para provar as delícias.
E eles acabaram rapidinho, não sobrou nada. “Os picles acabaram, todos eles”, contou Sarah.
Feliz da vida, Emerson comemorou muito a brincadeira. “Foram as melhores duas horas da minha vida”, disse sobre a festa.
Espalhar alegria
Para Sarah, o motivo de tudo isso é espalhar alegria. Segundo Allison Bayse, mãe da paciente, a terapia não poderia ter sido melhor.
“O fato de eles serem tão favoráveis em apenas saber o que as crianças estão interessadas e gostam de fazer e então simplesmente seguir com essa ideia, eles realmente normalizaram a experiência para Emerson aqui no Hospital Infantil”, disse em entrevista ao TODAY.
No hospital, a chef é conhecida como “Mágica”, porque sempre encontra um jeito de alegrar os pacientes.

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