Veja o fungo negro que está devorando a radiação de Chernobyl; cientistas surpresos

O poder da natureza. Cientistas descobriram, em meio às ruínas de Chernobyl, um fungo negro capaz de se alimentar da radiação. Detalhe, ele não só se alimenta, mas também transforma o ambiente em uma fonte de energia.
O Cladosporium sphaerospermum tem desafiado a ciência sobre sua adaptação. Desde o acidente nuclear em 26 de abril de 1986, a zona de exclusão de 30 quilômetros ficou inabitável para humanos.
Mas organismos como o fungo negro parecem ter encontrado uma maneira de prosperar na região contaminada. E a chave para isso pode estar em uma substância também encontrada no corpo humano.
Melanina, o segredo
O segredo do fungo está na melanina, o mesmo pigmento que dá cor à pele humana.
Nos fungos neurotróficos, como são chamados, a substância consegue absorver a radiação e convertê-la em energia química. O processo é comparado à fotossíntese.
A adaptação foi confirmada por estudos que, ao longo de 17 anos, mostraram que os fungos expostos a níveis mais altos de radiação cresceram mais rapidamente que aqueles em ambientes normais.
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O acidente nuclear de Chernobyl
Em 1986, o reator número 4 da Usina Nuclear de Chernobyl explodiu e lançou material radioativo na atmosfera.
Como consequência, milhares de pessoas foram evacuadas das áreas, que se mantêm isoladas.
O acidente nuclear é considerado o pior da história.
Aspiradores naturais
Mas a resistência do C.sphaerospermum abriu novas possibilidades para a ciência.
Em locais como Chernobyl e Fukushima, onde a remoção da radiação é um desafio imenso, os fungos poderiam atuar como “aspiradores” naturais.
Ele já foi enviado para a Estação Espacial Internacional (ISS) para testar sua capacidade de absorver radiação cósmica.
Os primeiros resultados indicaram que ele pode ser usado para proteger astronautas em missões espaciais de longa duração.
Impacto da descoberta
A capacidade do fungo em prosperar em ambientes extremos e contaminados por radiação pode ter aplicações além da exploração espacial e bioremediação.
Diversos estudos testam agora a resistência do fungo para desenvolver novos materiais resistentes à radiação para um melhor cultivo agrícola em solos radioativos.

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