Gêmeas brasileiras que nasceram de cores diferentes são caso raro, afirma ciência

Uma é preta, a outra é branca. Sim, as gêmeas brasileiras de cores diferentes são um caso raro na ciência e orgulho para o papai e a mamãe que não esperavam que as lindinhas bicolores fariam tanto sucesso.
Maryelle e Maylla, de 4 meses, ainda são bebês e já viraram celebridade, em São Luís, no Maranhão. A mamãe Laianny Santos, que compartilha o cotidiano da duplinha, é pura alegria.
A Maryelle é a preta, Maylla é a branca, mas para a Laianny a definição é outra. “Eu poderia ter feito só o café”, escreveu. “Elas chamam a atenção por onde passam.” De tão surpreendente, o vídeo das fofas teve mais de 5,6 milhões de visualizações.
O motivo
No ano passado, Laianny descobriu a gravidez. Meses depois, soube que eram gêmeos. Segundo ela, foi uma surpresa atrás da outra. Desde que nasceram, era possível ver que Maryelle e Maylla tinham tons de pele distintos.
O motivo? Gêmeas dizigóticas (de embriões diferentes), elas têm DNAs diferentes. Essa é a explicação para cada bebê ter um tom de pele, porque cada óvulo foi fecundado por um espermatozoide diferente.
No caso, da Maryelle e da Maylla, a cor da pele, determinada pela quantidade e tipo de melanina produzida no corpo, e a combinação de genes herdados por cada bebê pode levar a diferentes níveis de melanina.
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Reações nas redes
Independentemente das explicações científicas, a duplinha encanta nas redes. Não há quem resista à tanta graça.
“Também tenho gêmeos de cor diferente”, afirmou uma mãe, nas redes.
“Somos privilegiadas”, respondeu Laianny.
“São lindas demais”, disse um internauta.
“Eu colocaria os nomes de Sol e Lua”, brincou uma seguidora.
Olha a carinha delas:
Veja o vídeo da duplinha bicolor:
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