SUS bate recorde de transplantes e fica entre os maiores sistemas públicos de saúde do mundo

Público, gratuito e de muita qualidade. O Sistema Único de Saúde (SUS) bateu o recorde, em 2024, e teve o maior número de transplantes de órgãos e tecidos da história do país: foram mais de 30 mil procedimentos realizados no ano. O recorde anterior, de 2023, era de 28.700.
O dado coloca o Brasil ainda mais em destaque no cenário internacional como um dos maiores e mais complexos sistemas públicos de saúde do mundo.
Mesmo com uma leve queda no número de doadores efetivos, que passou de 4.129 para 4.086, o aumento no número de transplantes foi possível graças ao fortalecimento da rede de atendimento e à atuação dos profissionais.
Logística que salva
Transportar órgãos com rapidez é um dos maiores desafios do sistema, pelo tamanho gigantesco do Brasil.
Para isso, o Ministério da Saúde conta com o apoio logístico de empresas aéreas e da Força Aérea Brasileira (FAB).
Em 2024, foram realizados 4.767 voos comerciais e 234 voos da FAB exclusivamente para transportar órgãos, tecidos e pacientes.
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A força do SUS
Mais de 85% dos transplantes realizados no país são financiados pelo SUS.
O sistema também fornece medicamentos imunossupressores que os pacientes transplantados precisam tomar durante toda a vida.
O acesso gratuito é um dos diferenciais do modelo brasileiro.
Novas tecnologias e tratamentos
A coordenadora-geral do Sistema Nacional de Transplantes, Patrícia Freire, anunciou avanços importantes para ampliar ainda mais os números.
Um deles é a inclusão do uso da membrana amniótica como curativo para queimaduras.
Além disso, dois tipos de transplantes raros, de intestino delgado e multivisceral, também vão passar a ser realizados pelo sistema público brasileiro.
Outro passo importante é a criação de um sistema virtual para cruzar dados entre doadores e receptores.
Como se tornar doador
Atualmente, aproximadamente 78 mil brasileiros aguardam um transplante.
Os órgãos mais demandados são rim, córnea e fígado.
Cada doador pode salvar até 8 vidas, o que reforça a importância do gesto de doar.
Para se tornar doador, basta avisar à família porque são os parentes que autorizam a doação depois que a pessoa vem a óbito.

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