Policiais ajudam idoso a recuperar 7 mil enviado por engano via Pix

Um gesto simples, mas de enorme valor. Um idoso de Unaí, em Minas Gerais, viveu momentos de aflição após transferir R$ 7 mil por engano via Pix. O dinheiro, que seria destinado a outro pagamento, acabou caindo na conta errada.
Desesperado, ele tentou contato com o destinatário e com o banco, sem sucesso. Foi então que decidiu procurar a Polícia Civil. E a notícia boa é que deu tudo certo!
Graças ao empenho dos policiais das delegacias de Unaí e Salinas, a história teve um final feliz. Eles localizaram a pessoa que recebeu o valor por engano e intermediaram a devolução. O valor foi restituído integralmente ao idoso.
Pequena dor de cabeça
O idoso só percebeu que havia cometido o engano depois que o valor já havia sido transferido. Ao verificar a chave Pix e notar que o destinatário estava errado, tentou resolver por conta própria.
Ele entrou em contato com o número usado na transferência, mas ninguém respondeu. A esperança de reverter o erro pelo banco também foi frustrada: a instituição disse que não poderia estornar o valor.
Sem alternativa, o homem procurou a delegacia de Unaí, onde relatou o ocorrido e apresentou os comprovantes da transação. Foi o primeiro passo para resolver o problema.
Leia mais notícia boa:
- Jovem devolve carteira que achou na rua com dinheiro: “quase chorei”
- Passageira paga 100 vezes o valor de uma corrida e motorista devolve dinheiro; honestidade
- Jovem acha R$ 5 mil, devolve ao dono e ganha homenagem no Facebook
Valor devolvido
Diante da denúncia, os policiais civis de Unaí entraram em contato com a equipe de Salinas, cidade onde mora o titular da conta que recebeu o dinheiro indevido. Com base nas informações da transação, os policiais conseguiram identificar e localizar o destinatário.
Ao ser informado do erro, o morador de Salinas não criou resistência: devolveu o valor total, sem contestar. A atitude foi elogiada pelos agentes envolvidos, que destacaram a importância da honestidade e da colaboração mútua entre as pessoas.
O que diz a lei
O delegado João Victor Pretone, responsável pelo caso, fez questão de esclarecer que situações como essa são mais comuns do que se imagina e que guardar um valor recebido por engano não é apenas errado, mas também crime.
“É importante frisar que se apropriar de valores transferidos por engano constitui crime, conforme previsto no artigo 169 do Código Penal. Quem recebe um valor indevido e não devolve pode responder criminalmente por apropriação indébita”, reforçou em entrevista ao G1.
O delegado ainda aconselha que, ao perceber um erro em uma transferência, a pessoa deve agir com rapidez: guardar os comprovantes, registrar boletim de ocorrência e levar todos os dados possíveis à delegacia mais próxima.

Maqueiro herói entra em rio e salva criança autista que estava se afogando no RJ
Coelha salva família toda de incêndio de madrugada em casa, no Amazonas; vídeo
Bilionário compra fazenda por US$ 10 milhões para salvar animais ameaçados e a floresta
Menino de 12 anos ensina como faz terços para levar esperança a crianças internadas; vídeo
Pai acolhe netos e filha após separação e reforma a casa para dar conforto a eles; vídeo
Bombeiros salvam baleia presa em rede de pesca após força-tarefa emocionante no RJ; vídeo
Pesquisa revela os artistas e desportistas que dão mais orgulho ao povo brasileiro
Novo tratamento contra câncer no sangue é aprovado na Europa e pode ser feito em casa
Primeiro atleta com Down conclui outro Ironman e inspira o mundo; vídeo
Filhotes de boto-cinza nascem na Baia de Guanabara e renovam esperança: “são lindos”