Vini Jr é imortalizado com estátua de cera; vai para o Museu Tussauds, em NY

Impressionante a semelhança. O jogador brasileiro Vini Jr conheceu, no Rio Janeiro, a estátua de cera dele, que será levada para o tradicional Museu Madame Tussauds, em Nova Iorque.
Antes de embarcar para os Estados Unidos, a imagem foi exibida no Sambódromo do Rio e Vini Jr foi lá para ver de perto a homenagem feita a ele, o camisa 7 da Seleção Brasileira e do Real Madri.
“Feliz por estar aqui com família, amigos… É importante ver que os nossos estão vencendo e seguindo firme. É a primeira vez que uma estátua dessa é revelada no Brasil. Sempre sonhei… fico feliz de poder chegar aqui e ganhar a minha estátua com as pessoas que me querem ver bem”, agradeceu Vini Jr.
“Está muito parecido”
Vini ficou impressionado quando viu a própria imagem produzida em cera e passou um filme na cabeça dele.
“Nunca imaginei me ver tão de perto (risos). Está muito parecido”, afirmou ao TNT Sports. E o atleta fez uma reflexão da própria vida:
“Nunca imaginei chegar até aqui, nunca sonhei com isso. Meu sonho era chegar ao Flamengo, que era um sonho distante, mas o mais perto. Chegar aqui para o povo pobre, favelado e negro, onde todos vem celebrar o Carnaval, e está muito parecido mesmo”, afirmou.
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O lançamento da estátua de cera
A estátua de cera de Vini Jr foi lançada nesta quinta, 17, no Sambódromo Marquês de Sapucaí, em São Gonçalo, no Rio.
Por enquanto, a estátua em tamanho real ficará exposta em um Shopping Center em São Gonçalo a pedido de Vini. É a cidade natal dele.
No domingo, a imagem será transferida para a unidade de Nova York do museu, onde ficará definitivamente.
Nono brasileiro homenageado
Vini Jr é o nono brasileiro homenageado no museu de cera mais famoso do mundo.
Em breve a imagem dele estará lá, onde também estão réplicas de Pelé, Ronaldo, Ronaldinho, Neymar, Ayrton Senna, Anitta, e as modelos Adriana Lima e Alessandra Ambrósio.
Entre os atletas, apenas Vini, Pelé e Senna estão no museu de Nova York.
Luta contra o racismo
Apresentar a estátua de cera do Vini no sambódromo foi também uma mensagem na luta contra o racismo, que o jogador trava há anos nos estádios.
Vini sofreu o primeiro caso público de discriminação em um programa de TV na Espanha, quando foi dito que “se for para fazer macaquice, que faça sambando no carnaval”.
Ele sofreu, encarou, se fortaleceu e fez do racismo uma bandeira.
Racistas não passarão!
Volta a Madri
Hoje, Vini é detentor do prêmio The Best como melhor jogador do mundo no ano de 2024 pela FIFA.
Ele está de férias no Rio de Janeiro após participar da Copa do Mundo de Clubes pelo Real Madrid.
A reapresentação ao clube espanhol está marcada para o dia 4 de agosto.
Veja a estátua e diga se não ficou igualzinha ao craque brasileiro:
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