Roberto Justus vai construir 5 mil casas populares no MS com tecnologia mais rápida e barata

A cidade de Campo Grande (MS) vai ganhar 5 mil casas populares e quem vai contruir é o empresário Roberto Justus. Ele esteve na capital para apresentar o projeto habitacional na Câmara Municipal.
A iniciativa é conduzida pela SteelCorp, empresa da qual Justus é sócio majoritário e CEO, e aposta em um modelo de construção industrializada. A previsão é que as obras comecem ainda neste ano, com geração de 400 empregos diretos ao longo da execução.
O projeto chama atenção pelo uso de uma tecnologia que permite acelerar o ritmo das construções e reduzir custos, o que pode facilitar a ampliação do acesso à moradia em uma cidade que ainda enfrenta uma demanda significativa por habitação.
Construção em escala
A proposta inicial prevê a construção de 5 mil casas populares, com parte desse volume já concentrada em uma área específica da cidade. A ideia é organizar a implantação de forma mais eficiente, com infraestrutura planejada desde o início.
Segundo o empresário Luiz Gustavo Cesari, que representa o grupo investidor, aproximadamente 3,5 mil unidades devem ficar em um único espaço, o que pode agilizar etapas como urbanização e acesso a serviços.
“A demanda inicial já deve começar com 5 mil unidades, sendo 3,5 mil concentradas em uma única área”, contou.
A expectativa é que os primeiros projetos comecem a sair do papel ainda no segundo semestre, acompanhando a liberação das etapas necessárias.
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Método construtivo
O modelo adotado no projeto é o Light Steel Frame, um sistema que utiliza estruturas de aço galvanizado e permite uma montagem m rápida do que a alvenaria convencional.
Na prática, isso significa canteiros de obra com menos etapas e maior previsibilidade no cronograma, o que pode reduzir atrasos e custos.
“Existe uma demanda importante e um interesse do poder público em facilitar esses investimentos. A ideia é construir moradias populares com um sistema mais ágil”, explicou Justus.
Neste primeiro momento, as estruturas serão produzidas em São Paulo e levadas até Campo Grande, onde será feita a montagem das casas.
Geração de empregos
Um dos pontos destacados no projeto é a intenção de formar mão de obra local. A proposta prevê treinamento de trabalhadores da própria cidade para atuar nas obras.
“Vamos treinar trabalhadores daqui. A intenção não é trazer equipes de fora, mas desenvolver profissionais na cidade”, disse o empresário.
Além de atender à necessidade das obras, a medida pode abrir novas frentes de trabalho e qualificação para quem vive na região.

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