Gentileza e carinho podem ser genéticos

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Um estudo feito nos Estados Unidos sugere que a gentileza e o carinho podem ser traços genéticos.
Esta variação é relacionada com a ocitocina, gene receptor também conhecido como “hormônio do amor”, porque costuma se manifestar nas relações sexuais e incita comportamentos sociais como união e empatia.
Esta variação é relacionada com a ocitocina, gene receptor também conhecido como “hormônio do amor”, porque costuma se manifestar nas relações sexuais e incita comportamentos sociais como união e empatia.
Cientistas da Universidade do Estado do Oregon fizeram um experimento com 23 casais, cujos traços genéticos eram conhecidos dos pesquisadores, mas não dos observadores que os acompanharam.
Pediu-se a um dos membros do casal que contasse ao outro sobre um período de sofrimento de sua vida.
Os participantes deviam observar o ouvinte por 20 segundos, com o som desligado.
Na maior parte dos casos, os observadores conseguiram identificar quais ouvintes tinham o “gene da gentileza” e quais não, indicou a pesquisa, cujos resultados foram publicados na edição de 14 de novembro do periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.
“Nossas descobertas sugerem que até mesmo a variação genética mais sutil pode ter impacto no comportamento das pessoas, e que estas diferenças comportamentais são rapidamente notadas pelos demais”, explicou o principal autor do estudo, Aleksandr Kogan, estudante de pós-doutorado da Universidade de Toronto.
Nove entre 10 pessoas, consideradas “menos confiáveis” pelos observadores neutros, tinham a versão A do gene, enquanto 6 entre os 10 considerados os “mais pró-sociais” tinham o genótipo GG.
Os participantes da pesquisa foram testados antecipadamente e identificados como detentores dos genótipos GG, AG ou AA para a sequência de DNA do gene receptor de ocitocina (OXTR).
As pessoas com duas cópias do alelo G foram geralmente consideradas mais empáticas, confiáveis e amorosas. As dotadas dos genótipos AG ou AA tenderam a dizer que se sentiam menos confiantes de modo geral e ter menos sensibilidade parental. Detalhes no Terra com AFP.
A pesquisa não diz se os sentimentos de gentileza e carinho podem ser ensinados e aprendidos ao longo da vida.

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