Elis faria 67 anos. A notícia que não gostaria de ter dado

elis
Comercial
Por Luisa Borges
Hoje especialmente me lembro de uma pessoa muito querida.
Uma pimentinha que um dia o destino, a profissão ou a vida, sei lá, fizeram com que nossos caminhos se cruzassem.
Elis Regina, estaria fazendo hoje, 17 de março, 67 anos .
Engraçado, há coisas na vida que não têm explicação: Durante anos, sempre que tinha alguma pauta para entrevistá-la, eu dava um jeito de escapar, pedia pra passar pra outro reporter, porque achava que ela era geniosa, mau humorada, cheia de “estrelismos”, embora adorasse seu trabalho e não perdesse um só show.
Elis Regina, estaria fazendo hoje, 17 de março, 67 anos .
Engraçado, há coisas na vida que não têm explicação: Durante anos, sempre que tinha alguma pauta para entrevistá-la, eu dava um jeito de escapar, pedia pra passar pra outro reporter, porque achava que ela era geniosa, mau humorada, cheia de “estrelismos”, embora adorasse seu trabalho e não perdesse um só show.
Mas um dia, não teve jeito. Lá fiu eu. Era a estréia do “Trem Azul”.
Entrevista marcada para as quatro da tarde e um tremendo chá de cadeira.
Entrevista marcada para as quatro da tarde e um tremendo chá de cadeira.
Depois a informação de que ela só falaria depois do show.
O que fazer? Muito a contragosto, com fome e com muita raiva, assisti ao show, esperei todos os cumprimentos e por fim, mais de meia noite, a entrevista.
No camarim, à vontade, pernas pra cima, descalça, uma garrafa de whisky e um papo que durou mais de cinco horas.
No camarim, à vontade, pernas pra cima, descalça, uma garrafa de whisky e um papo que durou mais de cinco horas.
E aí vem o mais incrível: A descoberta de uma pessoa encantadora, apaixonada pela vida, pelos filhos, por política e pela música brasileira, é claro.
Muito sensível, mas a quem a vida deu uma espécie de armadura para “segurar a onda” como ela mesma dizia.
Dia amanhecendo, sol nascendo e eu indo pra casa, deslumbrada com a pessoa tão encantadora que acabara de conhecer e, muito arrependida pelas oportunidades que deixei passar.
Nos vimos e conversamos mais algumas vezes, sempre com o mesmo clima, a mesma afinidade. e, como eu já disse, não sei se o destino, a profissão ou, a vida, fizeram com que eu fosse a primeira reporter a dar a notícia de sua morte, o furo de reportagem que eu nunca gostaria de ter dado, mas eu estava lá no PS do Hospital das clinícas e ouvi dos médicos que ela estava morta.
Mas, hoje é dia de celebrar a vida, com saudade sim, mas com boas lembranças e dizer : “Gracias a la vida” que nos deu Elis Regina.
Dia amanhecendo, sol nascendo e eu indo pra casa, deslumbrada com a pessoa tão encantadora que acabara de conhecer e, muito arrependida pelas oportunidades que deixei passar.
Nos vimos e conversamos mais algumas vezes, sempre com o mesmo clima, a mesma afinidade. e, como eu já disse, não sei se o destino, a profissão ou, a vida, fizeram com que eu fosse a primeira reporter a dar a notícia de sua morte, o furo de reportagem que eu nunca gostaria de ter dado, mas eu estava lá no PS do Hospital das clinícas e ouvi dos médicos que ela estava morta.
Mas, hoje é dia de celebrar a vida, com saudade sim, mas com boas lembranças e dizer : “Gracias a la vida” que nos deu Elis Regina.

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