Turma da Mônica terá 2 personagens com HIV: combate ao preconceito

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Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão: os quatro amgos inseparáveis da “Turma da Mônica”, do cartunista Maurício de Sousa, acabam de ganhar dois amigos muito especiais.
São Igor e Vitória, duas crianças portadoras do vírus do HIV. Eles vão entrar nas histórias para pôr fim ao preconceito das crianças e, sobretudo, dos adultos.
A edição especial, batizada “Amiguinhos da Vida”, quer estimular a socialização entre crianças saudáveis e seropositivas.
São Igor e Vitória, duas crianças portadoras do vírus do HIV. Eles vão entrar nas histórias para pôr fim ao preconceito das crianças e, sobretudo, dos adultos.
A edição especial, batizada “Amiguinhos da Vida”, quer estimular a socialização entre crianças saudáveis e seropositivas.
Os gibis vão tratar o tema de um modo leve e adequado às crianças.
Vão falar as formas de contágio e a importância do convívio e da aceitação social dos meninos e meninas portadores do vírus, para espalhar a mensagem de que a convivência com elas “é normal”.
A iniciativa partiu da “Amigos da Vida”, uma ONG brasileira que atua na prevenção e combate ao vírus HIV.
Christiano Ramos, presidente da ONG, explicou que a ideia surgiu na sequência de alguns trabalhos realizados em espaços de diversão de crianças nos hospitais de Brasília, “onde os pais não queriam que as crianças brincassem com as portadoras do vírus”.
A causa foi abraçada com entusiasmo por Maurício de Sousa: “Vamos usar a credibilidade da Turma da Mônica e a nossa técnica de comunicação para afastar este preconceito, principalmente o dos adultos, que transmite medo às crianças”, explicou o autor.
“Vamos mostrar nos gibis que as crianças portadoras do vírus podem ter uma vida normal, com a pequena diferença de ter que tomar remédios algumas vezes ao dia e que, no caso de se ferirem, precisarem de alguém para cuidar do ferimento. Tirando isso, é uma vida normal”, salientou.
De acordo com Maurício de Sousa, as novas personagens, que “adoram brincar e fazer esporte”, poderão tornar-se presença assídua nas histórias da “Turma da Mônica”, embora sem a necessidade de citar, de forma repetida, o facto de serem seropositivas.
Vale lembrar que, nas obras de Maurício de Sousa, já apareceram também outras personagens “especiais”, como Humberto, um menino mudo, Dorinha, deficiente visual, Luca, que se desloca em cadeira de rodas, Tati, com síndrome de Down, e André, que sofre de autismo.
A primeira tiragem dos gibis foi de 30 mil exemplares, que foram entregues gratuitamente em hospitais, consultórios, médicos, associações e escolas.
Segundo o Estadão, mais 2 milhões de exemplares serão distribuídos, no início de 2013, em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Salvador e Recife.
A publicação será, ainda, traduzida para inglês e chegará a outros países.
A iniciativa partiu da “Amigos da Vida”, uma ONG brasileira que atua na prevenção e combate ao vírus HIV.
Christiano Ramos, presidente da ONG, explicou que a ideia surgiu na sequência de alguns trabalhos realizados em espaços de diversão de crianças nos hospitais de Brasília, “onde os pais não queriam que as crianças brincassem com as portadoras do vírus”.
A causa foi abraçada com entusiasmo por Maurício de Sousa: “Vamos usar a credibilidade da Turma da Mônica e a nossa técnica de comunicação para afastar este preconceito, principalmente o dos adultos, que transmite medo às crianças”, explicou o autor.
“Vamos mostrar nos gibis que as crianças portadoras do vírus podem ter uma vida normal, com a pequena diferença de ter que tomar remédios algumas vezes ao dia e que, no caso de se ferirem, precisarem de alguém para cuidar do ferimento. Tirando isso, é uma vida normal”, salientou.
De acordo com Maurício de Sousa, as novas personagens, que “adoram brincar e fazer esporte”, poderão tornar-se presença assídua nas histórias da “Turma da Mônica”, embora sem a necessidade de citar, de forma repetida, o facto de serem seropositivas.
Vale lembrar que, nas obras de Maurício de Sousa, já apareceram também outras personagens “especiais”, como Humberto, um menino mudo, Dorinha, deficiente visual, Luca, que se desloca em cadeira de rodas, Tati, com síndrome de Down, e André, que sofre de autismo.
A primeira tiragem dos gibis foi de 30 mil exemplares, que foram entregues gratuitamente em hospitais, consultórios, médicos, associações e escolas.
Segundo o Estadão, mais 2 milhões de exemplares serão distribuídos, no início de 2013, em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Salvador e Recife.
A publicação será, ainda, traduzida para inglês e chegará a outros países.

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